03/02/2021 às 18h20min - Atualizada em 05/02/2021 às 00h00min

Conheça a Taesa TAEE3 TAEE4 TAEE11

Conheça a companhia elétrica mais querida da bolsa de valores brasileira.

SALA DA NOTÍCIA Marcilio Lima
analisedeacoes.com
A Taesa (Transmissora Aliança de força Elétrica S.A.) é uma organização que atua no setor elétrico. Possui operações com foco na exalação de energia elétrica, sendo considerada uma das maiores nos grupos privados do setor no Brasil, em expirações de Receita Anual Permitida (RAP).

No Brasil, o órgão causador pela realização de licitações para a contratação de serviço público de transmissão de energia elétrica é a ANEEL, que faz o processo por meio de arrematações. Dessa forma, a licitação é iniciada com a propalação de editais pela ANEEL, que realiza a autorização de instalações de exalação da Rede Básica do SIN.

Com isso, os leilões podem ser disputados por pessoas jurídicas, nacionais ou estrangeiras, bem como fundos de aplicações em participação, isoladamente ou em esponsais. Assim, após fechado o entendimento de concessão, o vitorioso consegue o direito de esquadrinhar determinadas linhas de deixa por um prazo de 30 anos.

Além disso, a empresa comprova um cronograma da tenção licitado, que mostra artefatos importantes, como aos compromissos das obras e do planície, o licenciamento ambiental, a obtenção de equipamentos, serviços e poéticas civis, bem como as etapas de montagem de equipações, operação teste e comissionamento das instalações, até ao acesso em operação comercial do acontecimento, que pode variar através de 18 e 60 meses.

Nesse contexto, podemos considerar importantes características nas execuções da Companhia, que proporcionam algumas vantagens competitivas introduzido do amplo setor, como:

Regulação estável: o setor é regulamentado pelo Governo Federal e utiliza um histórico estável;
Receitas previsíveis: contratos de 30 anos tem receita fixa ajustada pela presunção e não dependem da grandeza de energia transportado;
Baixo perigo de crédito: diretamente remunerada por Geradoras, Distribuidoras e compradores Livres;
Sem risco de capacidade: pagamentos com base na convivência da linha, independente da extensão de energia transportado;
Riscos mais nanicos do setor: menores traços ambientais e de construção comparados aos segmentos de geração e Mercado;
Linhas de transmissão
Ao todo, a Taesa utiliza 11.062 km de códigos em operação e 2.514 km de linhas em elaboração, totalizando 13.576 km de distância e 97 subestações.

Atualmente, a companhia detém 39 concessões de comunicação, sendo dividias em:
  • 10 aprovações compõem a empresa holding (TSN, Novatrans, ETEO, GTESA, PATESA, Munirah, NTE, STE, ATE e ATE II);
  • 10 investidas integrais: Brasnorte, ATE III, São Gotardo, Mariana, Miracema, Janaúba, Sant’Ana, São João, São Pedro e Lagoa Nova;
  • 19 anúncios: ETAU, Transmineiras e os conjuntos AIE e TBE;
Dessa forma, a companhia consegue estar presente em 18 distritos e Distrito Federal, compreendendo Alagoas, Bahia, Espírito carola, Goiás, Maranhão, Mato grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Por fim, tais aprovações possuem um prazo modesto de vencimento de 16,5 classes, trazendo estabilidade e previsibilidade aos resultados operacionais.

O setor de deixa no Brasil
Basicamente, podemos dividir o setor de concessão em 3 categorias:
  • Categoria 1 – aprovações prorrogadas: ativos outorgados antanho de 1999 e procrastinados por mais 30 ciclo, em 2012, com vistoria tarifária com periodicidade de 5 anos
  • Categoria 2 – Concessões licitadas com base blindada: esforçados leiloados entre 1999 e novembro de 2006, com receita Anual Permitida corrigida anualmente pelo índice do IGP-M e reduzida pela centro no 16º ano de exercício, sem revisão tarifária nas vistos com prazo de 30 anos;
  • Categoria 3 – Concessões licitadas: ativos leiloados a oriundo de novembro de 2006, com Receita Anual Permitida corrigida anualmente pelo indicativo do IPCA e sabatina tarifária nos 5º, 10º e 15º anos da transacção de concessão (30 anos).
Ao analisarmos o modelo de tarefas da empresa, é provável perceber que as licenças são inclusas nas classes 2 e 3. Dessa forma, a companhia utiliza Market Share de, perto de, 12% em termos de RAP completo nessas duas categorias, provindo a atuação predominante na categoria 2.

Para entendermos melhor, é crucial conhecer melhor a respeito do Sistema Interligado doméstico (SIN) e do telex Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Ou seja, a estrutura Interligado Nacional (SIN) é uma estrutura de geração e passagem de energia elétrica de evidente porte, operado por organizações tanto públicas quanto vasosanitários e gerenciado pelo telex Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

As ações TIET11 tem maior liquidez na B3 entre as ações da Taesa.

O ONS é dramático por membros associados e falos participantes, ou seja, pelas empresas de geração, comunicação, distribuição, consumidores livres, importadores e exportadores de força. Por sua vez, o telex Nacional busca garantir a segurança do suprimento energético contínuo em todo as criadores, visando:

Otimizar a operação da estrutura de energia elétrica no nosso país para reduzir custos da estrutura, baseando-se em padrões especialistas e critérios de credibilidade estabelecidos pela Agência doméstico de Energia Elétrica (ANEEL);
Garantir que todos os empurrões do setor elétrico tenham acesso à rede de exalação de forma não discriminatória;
Contribuir para que a vulgarização do SIN se realize ao menor custo e possibilite melhores condições operacionais no futuro;
Dessa forma, confira o mapa da estrutura de transmissão brasileiro, de acordo com o ONS:

Taesa - TAEE3, TAEE4, TAEE11

O serviço público de transmissão de força elétrica do SIN forma-se as instalações da Rede precisa e da Rede precisa de Fronteira. Resumidamente, a Rede precisa é composta pelas edificações com nível de ânsia igual ou superior a 230 kV, operadas pelas transmissoras.

Por outro ala, a Rede Básica de limite é composta por unidades transformadoras de potência, que interligam a Rede Básica às outras Instalações de Transmissão (DITs). As instalações possuem força inferior a 230 kV e são operadas, geralmente, pelas distribuidoras.




 
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