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26/11/2021 às 17h57min - Atualizada em 27/11/2021 às 00h10min

Profissionais demandam cada vez mais programas de qualificação das empresas

Mais de 50% dos profissionais desempregados afirmam não saber quais habilidades aperfeiçoar por meio de upskilling e reskilling

SALA DA NOTÍCIA RPMA Comunicação

Enquanto a taxa geral de desemprego no País gira em torno de 14% – segundo dados da última Pnad trimestral disponível –, entre profissionais com 25 anos ou mais e ensino superior completo, essa taxa cai para 6,9%. Ou seja, quanto maior a qualificação, menor o desemprego. 

Diante desse cenário a Robert Half, primeira e maior empresa de recrutamento especializado no mundo, em parceria com a Fundação Dom Cabral, fez um levantamento com 979 pessoas, entre empregados e desempregados, para entender como andam as práticas de upskilling e reskilling, ou seja, de desenvolvimento de novas competências e requalificação.

Entre os empregados, 52% fizeram upskilling ou reskilling nas empresas, tendo como principal motivação a vontade de aprender (71,08%), seguida do desejo de desempenhar melhor seu trabalho atual (47,91%). A melhora na remuneração foi o terceiro fator mais citado pelos entrevistados (46,52%), como mostra o quadro. 

 

EMPREGADOS

Fatores que motivam upskilling/reskilling

%

Vontade de aprender

71,08

Desempenhar melhor meu trabalho atual 

47,91

Melhor remuneração

46,52

Crescimento pessoal

38,85

Crescimento dentro da empresa

38,85

Aumento da produtividade

37,98

Buscar outro ramo profissional

18,82

 

“Quando fazemos essa análise por faixa etária, é possível perceber uma grande diferença entre jovens até 35 anos e pessoas a partir de 46 anos. O fator remuneração é um dos mais citados pela faixa mais jovem, com 55,94%”, destaca Paul Ferreira, professor e diretor do Centro de Liderança da FDC.

Perguntados sobre os principais desafios enfrentados para buscar upskilling e reskilling em suas empresas, os entrevistados afirmaram que o principal é a falta de tempo (88%), a falta de incentivo (70,9%) e o desinteresse em desenvolver as habilidades requisitadas pelos treinamentos (66,7%).

“O profissional precisa estar atento para desenvolver as habilidades demandadas por sua carreira e posição, ou até mesmo entender os requisitos de outra posição almejada, mas alçar novos voos é positivo, quando o interesse parte do colaborador e vai ao encontro de iniciativas da empresa, que deve oferecer o estímulo para que ele permaneça e se aperfeiçoe no negócio”, afirma Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half para a América do Sul. 

Desempregados também buscam qualificação

A pesquisa também ouviu profissionais que estão em busca de recolocação no mercado, para entender sua percepção sobre upskilling e reskilling. Entre os entrevistados, 60% afirmaram que buscam aperfeiçoamento e reciclagem durante o período em que estão desempregados. Perguntados sobre suas principais motivações, 63,46% dizem buscar novos cursos para crescimento pessoal; 60,74% afirmam querer ser contratados mais rápido; 59,01% buscam desempenhar melhor seu trabalho; e 53,33% apontam a vontade de aprender. 

 

DESEMPREGADOS

Fatores que motivam upskilling/reskilling

%

Crescimento pessoal

63,46

Ser contratado mais rápido 

60,74

Desempenhar melhor meu trabalho

59,01

Vontade de aprender

53,33

Melhor remuneração

32,10

Buscar outro ramo profissional

31,36

 

Entre os desempregados, 90,6% afirmam estar buscando desenvolver e aprimorar suas habilidades, mas enfrentam alguns desafios significativos, como o alto custo de obter treinamento (85%), a dificuldade de encontrar material didático adequado (75%) e a falta de informações sobre em quais habilidades focar (57%).  

“Vale destacar que existe ainda um recorte geracional entre aqueles que buscam recolocação. O grupo dos que têm mais de 46 anos é hoje o que mais investe em reskilling e upskilling enquanto busca novas oportunidades de trabalho”, afirma Paul Ferreira, diretor do Centro de Liderança da FDC. 

Metodologia – O levantamento é resultado de uma sondagem conduzida pela Robert Half e pela Fundação Dom Cabral entre 4 e 30 de agosto de 2021, com base na percepção de 1.643 profissionais, divididos em três categorias: recrutadores (profissionais responsáveis pelo recrutamento nas empresas ou que têm participação no preenchimento das vagas); profissionais qualificados empregados; e desempregados (com 25 anos ou mais e formação superior). 

 Sobre a Robert Half

É a primeira e maior empresa de recrutamento especializado no mundo. Fundada em 1948, a empresa opera no Brasil selecionando profissionais temporários e permanentes nas áreas de finanças, contabilidade, mercado financeiro, seguros, engenharia, tecnologia, jurídico, recursos humanos, marketing e vendas e cargos de alta gestão.  

Ao todo, são mais de 300 escritórios na América do Norte, Europa, Ásia, América do Sul e Oceania. Em 2021, a Robert Half foi novamente considerada pela Fortune uma das empresas mais admiradas do mundo. A Robert Half também integra o Índice de Igualdade de Gênero da Bloomberg, graças ao seu compromisso em promover a igualdade e proporcionar uma cultura que apoie a diversidade.

Sobre a Fundação Dom Cabral 

A Fundação Dom Cabral é uma escola de negócios brasileira que há 45 anos tem a missão de contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade por meio da educação, capacitação e desenvolvimento de executivos, empresários e gestores públicos. Em 2020, a instituição ficou em nono lugar no ranking de educação executiva do jornal britânico Financial Times. Dessa forma, consolidou sua posição como a melhor escola de negócios da América Latina e a mais bem colocada do Brasil. Somente em 2020, passaram pela FDC mais de 20 mil profissionais entre executivos, empresários e gestores públicos. No campo social, a FDC conta com iniciativas de desenvolvimento, capacitação e consolidação de projetos, líderes e organizações sociais, contribuindo para o fortalecimento e o alcance dos resultados pretendidos por essas entidades. Dessa forma, em 2020 a escola executiva lançou o FDC – Centro Social Cardeal Dom Serafim, concebido para apoiar jovens em situação de vulnerabilidade social, empreendedores populares, organizações sociais e seus gestores, por meio do desenvolvimento e capacitação. 

Mais informações para a imprensa:
RPMA Comunicação

Aline Zuliani (11) 99238-2917
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Giulia Szpektor (11) 94386-9965
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Vanessa Domingues (19) 98301-0201
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