16/02/2022 às 16h26min - Atualizada em 17/02/2022 às 00h00min

Demanda por cursos de estética e odontologia aumenta

Levantamento realizado pela empresa tecnológica Quero Educação constatou que procura por cursos de estética e cosmética e de odontologia é alta no país; especialista comenta aspectos do curso de especialização de harmonização orofacial, que mescla áreas

DINO
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Se as estatísticas relacionadas ao ingresso de profissionais no mercado de trabalho podem indicar as profissões que estão em voga no presente, o mesmo vale para os índices relacionados à procura pelos diferentes cursos de nível superior. Indicando um panorama de como os diferentes setores laborais serão preenchidos pela mão de obra especializada, estes indicativos de procura e oferta de profissionais permitem que gestores possam desenvolver planejamentos estratégicos e que futuros aspirantes a estes empregos dimensionem suas possíveis remunerações. 

Uma amostra de pesquisa que pode oferecer uma dimensão de como se configurará o mercado de trabalho dentro de alguns anos é a que foi realizada pela empresa tecnológica Quero Educação, que revelou os cursos superiores mais procurados nas modalidades presencial, semipresencial e EAD (Ensino a Distância). O levantamento foi feito no período entre outubro e dezembro de 2021 com mil universidades brasileiras e 700 mil estudantes.

Um olhar cruzado sobre a procura pelo curso de Estética e Cosmética - o quinto mais buscado entre aqueles da modalidade semipresencial - e o de Odontologia - sexto com maior demanda entre os presenciais - pode, por exemplo, de alguma maneira, explicar o motivo de que profissões como a de dentista estético (que de alguma maneira, contempla estas duas áreas) sigam com alta demanda no mercado de trabalho. 

Harmonização Orofacial

Segundo o CFO (Conselho Federal de Odontologia), o mercado da Odontologia Estética movimenta cerca de R$ 38 bilhões por ano, tendo o profissional desta área uma média salarial de R$ 3.951,94. Nos últimos anos, ganhou força nesta área a prática da Harmonização Orofacial, que foi reconhecida pelo CFO como especialidade odontológica a partir da Resolução CFO-198/2019. A regulamentação da prática, entre outras providências, traz as disposições necessárias para a realização dos cursos de especialização.

“Há uma demanda crescente nesse segmento nos últimos anos porque o cirurgião dentista, o biomédico e o farmacêutico têm, hoje, regulamentação dos seus respectivos conselhos de classe que lhes permitem atuar nesse mercado”, afirma Marcelo Machado, fundador e CEO da Face Lab, instituição de ensino que oferece curso de especialização de Harmonização Orofacial. 

Machado cita uma estimativa do CFO que indica que 15% dos cirurgiões-dentistas em atuação no país já realizam a prática e que isso “acaba fomentando escolas de cursos de formação que eventualmente precisam ir se adequando às novas necessidades do mundo contemporâneo, oferecendo, inclusive, cursos semipresenciais, o que é uma novidade”.

Para o CEO da Face Lab, é fundamental que as escolas que ofereçam tal especialização proporcionem treinamentos individualizados, “com foco em resultados e, sobretudo, na segurança do paciente”, e que também possam simular ambientes similares aos encontrados no dia a dia de uma clínica. O oferecimento de um programa de ensino continuado “com ênfase na aceleração da curva de aprendizagem e na gestão da carreira de seus alunos”, prossegue o executivo, também é algo essencial. 

Para aqueles que procuram fazer o procedimento, Machado, porém, afirma que é preciso ter cautela. “É muito importante avaliar o estado psicológico e emocional dos pacientes que buscam por harmonização facial ou corporal”, diz. “Procedimentos que mantenham a naturalidade e manutenção da identidade dos pacientes são os recomendados”, conclui.

Para saber mais, basta acessar o site: www.institutofacelab.com



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