01/11/2019 às 18h18min - Atualizada em 02/11/2019 às 00h03min

Startup brasileira OneSkin promete revolucionar o conceito de envelhecimento

Por mais natural que seja, envelhecer ainda é motivo de preocupação para muitos. A partir de  um momento na vida de todos, o envelhecimento passa a ser evitado e adiado a todo custo — mas e se fosse possível dar um novo significado a ele? Essa é a proposta da OneSkin, startup brasileira com sede no Vale do Silício.

DINO
http://2futureholding.com

Por mais natural que seja, envelhecer ainda é motivo de preocupação para muitos. A partir de  um momento na vida de todos, o envelhecimento passa a ser evitado e adiado a todo custo — mas e se fosse possível dar um novo significado a ele? Essa é a proposta da OneSkin, startup brasileira com sede no Vale do Silício.

O time de cientistas da startup desenvolveu uma molécula que atua de maneira inovadora: revertendo o envelhecimento diretamente em células senescentes. Graças à pele humana que eles desenvolvem em laboratório, os cientistas da startup possuem maior agilidade para testar a molécula aplicada em produtos.

A mineira Carolina Vieira levou essa ideia até o Vale do Silício, onde encontrou apoio financeiro e estrutural para desenvolver a startup. O time da OneSkin produziu um composto para rejuvenescer a pele que promete trazer uma nova perspectiva do que é envelhecer nos dias de hoje. “A gente vem com essa proposta de realmente entregar longevidade e qualidade de vida, ou seja, entregar um conceito de que rejuvenescer é ser saudável e não apenas aparência”, explica Carolina.

Muito além de desacelerar as marcas que o tempo faz na pele humana, a startup busca estender o tempo que as pessoas vivem com saúde e prevenir as doenças associadas ao envelhecimento. “Nosso objetivo é entender o processo do envelhecimento e identificar qual é a raiz do problema, onde podemos atuar de forma que a gente consiga reverter esse processo”, explica.

Com o apoio da aceleradora Indie Bio e da holding 2Future, o produto foi desenvolvido e está em fase de testes, com previsão de chegar no mercado até o fim do ano. Atualmente a equipe da OneSkin possui oito pessoas, sendo cinco em São Francisco, duas no Brasil e uma em Los Angeles —, mas não vai parar por aí. A ideia é expandir a tecnologia desenvolvida pela OneSkin para o Brasil e  o resto do mundo.

Em paralelo, o time de cientistas da startup valida outras pesquisas de doenças relacionadas ao envelhecimento. Pensando nisso, a OneSkin lançou um desafio. Com o objetivo de fomentar a pesquisa no Brasil e prospectar parcerias, a startup anunciou US$10 mil para pesquisadores ou empresas que apresentassem compostos, produtos ou pesquisas relevantes para o segmento de antienvelhecimento.

Quem venceu foi uma empresa brasileira incubada na Universidade de Campinas (Unicamp). A Rubian Extratos desenvolveu um complexo antioxidante a partir de tecnologia da semente do maracujá, de forma sequencial, capaz de obter extratos bioativos. Isso deve se somar às futuras inovações que a OneSkin deve trazer em seus produtos.

“Eu vejo que a nossa tecnologia pode chegar à casa de milhões de pessoas e espero impactar o mundo com o nosso produto”, conta Carolina. “Viver com plenitude: essa é a marca que eu vejo a OneSkin deixando no mundo”.



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