22/03/2019 às 14h11min - Atualizada em 25/03/2019 às 10h32min

Cinco exames que ajudam a realizar o sonho de ser mãe

Procedimentos modernos desvendam os fatores que podem comprometer a fertilidade em homens e mulheres

DINO
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As mulheres experimentaram diversas transformações sociais nas últimas décadas, das quais uma das mais impactantes diz respeito à maternidade. Ter filhos agora é uma escolha em meio a outras possibilidades de realização pessoal e profissional.

Grande parte das mulheres ainda sonham em ser mães, mas adiar esta decisão é cada vez mais comum. No Brasil, o percentual de mulheres engravidando entre 30 e 39 anos subiu de 22,5%, em 2005, para 30,8%, em 2015, informa a pesquisa Estatísticas do Registro Civil, do IBGE. Isso pode trazer ansiedade, e uma espera angustiante por uma gravidez que não se confirma.

A boa notícia é que o avanço da medicina tornou mais fácil descobrir o que causa a infertilidade, independentemente da idade da paciente. Além dos exames pré-concepcionais mais comuns, como ultrassom transvaginal, hemograma completo, detecção de DSTs, hepatite e outros, existem alguns mais específicos que ajudam a mulher a ter um diagnóstico preciso e buscar meios de tratamento, caso apresente alguma dificuldade. O CURA Imagem e Diagnóstico listou cinco deles para que você saiba mais sobre o assunto:

1. Histerossalpingografia: exame ginecológico de raio-x, realizado com contraste. É o único que permite a visibilização de todo o sistema reprodutor feminino, desde o útero até o ovário, possibilitando verificar se há obstrução, dilatação ou qualquer outra alteração que possa dificultar a gravidez.

2. Videohisteroscopia: procedimento que avalia a cavidade uterina por meio de imagens de alta definição, e ajuda a identificar condições que comprometam a fertilidade.

3. Exame CA 125: avalia a presença da proteína CA-125 na corrente sanguínea e, ao lado da ultrassonografia transvaginal e da ressonância magnética, auxilia no diagnóstico da endometriose, uma das principais causas da infertilidade feminina.

4. Hormônio anti-Mülleriano (AMH): verifica a reserva ovariana, para prever a capacidade reprodutiva de pacientes com endometriose. Assim, é possível estimar o total de óvulos disponíveis e avaliar a longevidade da vida reprodutiva da mulher e orientar sobre as técnicas de estimulação mais indicadas para cada caso.

5. Ultrassom de testículos para avaliação de infertilidade: Nem sempre a dificuldade de engravidar está na mulher. Estima-se que fatores masculinos estejam presentes em proporção semelhante aos problemas femininos. Malformações genéticas no sistema reprodutor masculino e varicocele, popularmente conhecida como "varizes do testículo", estão entre as condições que podem comprometer a fertilidade do homem. O ultrassom de testículos capta imagens de altíssima resolução que ajudam a identificar esses problemas e, assim, encontrar o tratamento mais adequado.

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