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28/06/2024 às 08h21min - Atualizada em 01/07/2024 às 00h00min

Recrutamento e seleção de profissionais de TI: empresas estão perdendo o timing de contratações tech e a dor pode estar no RH

Especialista em contratações tech explica como profissionais do setor podem ser recrutados e selecionados pelas empresas a partir da prática de processos especializados e atualizados, junto ao gap tecnológico das necessidades atuais do mercado

LíVIA IKEDA | PARALELO COMUNICA ASSESSORIA DE IMPRENSA
Imagem: Priscila Oliveira, psicóloga clínica, especialista em Gestão de Pessoas e Head de Cultura e Pessoas da Kstack
A necessidade de efetivar a contratação de profissionais tech cresce a cada dia, graças ao avanço tecnológico que as empresas estão vivenciando e aos extensos pedidos de profissionais que sejam especializados em ferramentas e processos digitais eficientes. No entanto, algumas empresas têm perdido o timing de contratações tech e a dor pode estar no RH. É necessário que essas empresas entendam que os profissionais do setor devem ser recrutados e selecionados a partir da prática de processos especializados e atualizados, junto ao gap tecnológico das necessidades atuais do mercado.

A dor do RH na tentativa de encontrar profissionais de tecnologia especializados
Para que as empresas mantenham seu processo de desenvolvimento tecnológico rente ao mercado, elas precisam que sua equipe de Recursos Humanos esteja preparada para encontrar os profissionais de tecnologia especializados com assertividade.
O gargalo da vez é que o cenário de TI tem apresentado mais demanda do que oferta. De acordo com uma pesquisa realizada pelo ICRH, Índice de Confiança Robert Half, 8 em cada 10 empresas sentem dificuldades em contratar profissionais de TI especializados. Isso significa que, das 387 empresas brasileiras entrevistadas para a realização da pesquisa, 78% não conseguem encontrar profissionais que se adequem às vagas. Desse montante, 24,1% dizem que o mercado ficará cada vez mais desafiador, graças às exigências das empresas e às especificidades dos requisitos técnicos.

A realidade é que a alta demanda de profissionais de TI contraria a escassez de profissionais especializados e que estejam atuantes no mercado, anteriormente estimulado pela pandemia e pela digitalização de serviços. Isso faz com que os salários aumentem e o gap na busca por profissionais do setor se transforme em necessidade básica para as empresas. Nesse percurso, outra dificuldade, além da tentativa de encontrar profissionais de tecnologia qualificados, tem sido abandonar o mindset analógico e os processos burocráticos, que até hoje envolvem as empresas; entre eles, os processos de recrutamento e seleção para a contratação de pessoas do setor de tecnologia.

Da mesma forma, as especificidades que a busca pelos profissionais qualificados impõe também tem relação com a idade. Segundo pesquisa da Softex, a maioria dos profissionais do mercado tech atual tem entre 25 e 39 anos, ou seja, um total de 61% de trabalhadores que, em sua maioria, são jovens. Isso demonstra grande parte desse mercado atrelada aos novos processos digitais, o que torna os profissionais 40+ obsoletos, caso decidam não se especializar; em outras palavras, esse montante jovem, e atuante junto ao setor, foi treinado lado a lado às novas tecnologias e padece de conhecimentos relacionados aos sistemas antigos e analógicos.

Priscila Oliveira, Head de Cultura e Pessoas e especialista em contratações tech da Kstack, comenta que, por muitas vezes, o que falta é um departamento de RH qualificado na contratação de profissionais de TI especializados. “As vagas de tecnologia são específicas e têm todo um processo, desde a atração e seleção, diferenciados de outros tipos de vagas, com metodologias, cujo objetivo é encontrar o melhor candidato, o que justifica a demora do RH interno em contratar profissionais de TI especializados”, afirma a executiva.

Timing de contratações tech: pesquisa aponta que 81% das empresas estão com dificuldades em encontrar profissionais de TI especializados
Diante do timing atual de contratações tech, empresas do Brasil e do mundo sentem dificuldades em finalizar contratações. De  acordo com uma pesquisa realizada pela Robert Walters, com 300 profissionais responsáveis pelo departamento de Recursos Humanos e mais de 900 profissionais de TI de diferentes setores de empresas variadas, 81% das organizações não conseguem contratar profissionais de TI especializados, principalmente os responsáveis voltados às áreas de programação, web & app development, arquitetura de sistemas e project management, graças à intensa qualificação necessária, além da formação e à grande procura pelos mesmos profissionais por parte de muitas outras empresas. Profissionais especializados em business & data analysts, cybersecurity, os que têm conhecimento em Agile e desenho UX/UI, também fazem parte do grupo dos mais procurados.

Priscila assegura que a dificuldade de encontrar perfis técnicos e especializados em TI também tem a ver com a modalidade de trabalho. Quando a vaga necessita de um colaborador home office, as dificuldades demográficas desaparecem, o que possibilita ao RH encontrar o profissional especialista no mundo todo; o contrário acontece quando a vaga é presencial. “Há uma certa resistência por parte dos profissionais em aceitar trabalhar no modelo presencial. Durante a pandemia, muitos profissionais se mudaram para as cidades do interior dos Estados, e acabaram se distanciando dos grandes centros, onde as contratações acontecem com mais intensidade. Se a necessidade da empresa for manter o profissional trabalhando presencialmente, é fato que a distância irá atrapalhar. Quando não há barreiras demográficas, a facilidade em encontrar profissionais especializados cresce consideravelmente”, considera a executiva.

Processos de contratação de longa duração fazem com que 49% dos profissionais de TI desistam de concorrer às vagas no meio do caminho
Muitos processos de contratação chegam a alcançar além de 3 meses de duração e essa demora faz com que os profissionais desistam das vagas, um outro ponto que dificulta a contratação de profissionais de TI especializados. Ainda segundo a pesquisa da Robert Walters, 49% dos profissionais que desistem, consideram esse tempo excedido uma verdadeira falta de gestão e ausência de eficácia no método escolhido para o processo de recrutamento e seleção. Os profissionais que procuram novas vagas, e que estão na disputa por elas, acreditam que, se a empresa não é capaz de realizar as contratações com o apoio de uma boa base tecnológica, ela também não será capaz de manter um profissional especializado desse setor.

De acordo com Priscila Oliveira, a Kstack, Consultoria especializada em serviços de Hunting de TI e Professional Services para o mercado tech, está capacitada para se tornar uma parceira direta do RH da empresa que estiver precisando contratar um profissional de tecnologia. “A Kstack, no processo de Hunting de TI, consegue ser um braço da área de Recursos Humanos de uma empresa, que muitas vezes tem um departamento de RH pequeno ou que tem um RH não especializado na contratação de vagas tech. Quando trabalhamos uma vaga para uma empresa contratante, primeiro precisamos entender como acontecem os processos de recrutamento e seleção internos; o objetivo é nos adaptarmos a esses processos, o que nos torna parceiros de negócios do RH da empresa interessada na contratação, e não um fornecedor de serviços dessa empresa”, explica a executiva.

Kstack como consultoria confiável à frente do processo de recrutamento e seleção das empresas
A pesquisa da Robert Walters aponta que 91% dos candidatos de TI especializados buscam por empresas que invistam em um modelo de contratação com uma consultoria que seja confiável e que coloque em prática o processo de recrutamento e seleção de maneira rápida, dinâmica e tecnológica.

Priscila Oliveira conta que o processo de recrutamento e seleção desenvolvido pela Kstack é simples e preza por essa rapidez tão requisitada pelos profissionais tech durante a contratação. “A primeira etapa do processo seletivo é o alinhamento do perfil comportamental e técnico. Fazemos isso para entender um pouco mais sobre o fit cultural da empresa. Logo após, realizamos um alinhamento com o gestor da vaga para entendermos quais são as hard skills e as soft skills mais importantes que o candidato precisa ter”, afirma a executiva.  

“Precisamos entender em quais projetos o profissional irá trabalhar e quais questões comportamentais são importantes para que esse candidato consiga atuar dentro da equipe. Após isso, iniciamos o processo de atração de novos candidatos, desde o networking, até a busca aderente pela base de dados, que nos proporciona atuar junto à Inteligência Artificial e a identificar se já temos esse perfil em nossa base de dados. Depois da identificação, fazemos a entrevista, um alinhamento por telefone, para entender se na parte técnica, o profissional em questão está aderente ao modelo da vaga e às especializações necessárias para a atuação. Finalizamos com uma entrevista técnico-comportamental por chamada de vídeo, com a duração média de 40 minutos. Dessa forma, podemos decidir se o candidato estará aderente ou não ao perfil”, comenta.

Kstack reduz a distância entre o melhor candidato e a sua empresa
Priscila Oliveira conta que a velocidade do processo de recrutamento e seleção da Kstack deve-se à especialização que a consultoria tem no mercado de tecnologia. “Somos especializados em procura e abordagem de profissionais especialistas nas áreas tech, o que nos permite um conhecimento a mais para atrair esses candidatos”, explica a executiva.
“Caso o candidato não esteja aderente ao perfil da empresa contratante, enviamos um feedback a ele e o mantemos em nossa base de dados, para futuras oportunidades; se ele estiver aderente, anexamos seu currículo e o enviamos para a empresa contratante, com um parecer da entrevista, junto às perguntas específicas e às informações que não estiverem descritas no currículo. Em seguida, encaminhamos a aprovação do candidato, para que ele possa iniciar o processo de recrutamento e seleção do Hunting de TI da empresa contratante”, finaliza Priscila. 

Sobre a Kstack
Consultoria especializada em serviços de Hunting e professional services para o mercado tech. Provedora de soluções digitais para as frentes de negócios, meios de pagamento, agronegócios e saúde. Há seis anos no mercado nacional e internacional, a empresa já alocou mais de 300 profissionais em mais de 50 empresas como: ELOPAR, ACI, MOBLY, ZURICH, UHG, Magalu Lab, Dock. 
 
A Kstack conecta oportunidades para promover a transformação digital.

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LÍVIA IKEDA MARTINS
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