20/05/2020 às 07h52min - Atualizada em 20/05/2020 às 08h51min

Takeda apresentará dados nos próximos congressos científicos virtuais para destacar a amplitude do portfólio de oncologia e o pipeline emergente

- Avanços científicos buscam preencher as necessidades terapêuticas em comunidades oncológicas não atendidas suficientemente, incluindo leucemias raras e NSCLCs– Novos dados clínicos oferecem potencial de mudança de prática no tratamento da leucemia mieloide crônica– Onze resumos patrocinados pela Takeda Oncology aceitos para serem apresentados no Encontro da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) de 2020, e vinte e dois resumos aceitos para apresentação no Congresso da Associação Europeia de Hematologia (EHA) de 2020

DINO

A Takeda Pharmaceutical Company Limited (TSE: 4502/NYSE:TAK) (“Takeda”) anunciou hoje que a empresa apresentará os dados de seu pipeline de oncologia em expansão e do portfólio de produtos estabelecido em dois congressos científicos virtuais a serem realizados em breve: o 56oEncontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), de 29 a 31 de maio, e o 25oCongresso Virtual da Associação Europeia de Hematologia (EHA), de 11 a 14 de junho.

“A Takeda assumiu o compromisso de pesquisar e desenvolver novos produtos, que possam ajudar os médicos a atender às necessidades de pacientes para os quais existam poucas ou nenhuma opção de tratamento eficaz”, disse Christopher Arendt, chefe da Unidade de Área Terapêutica Oncológica da Takeda. “Esperamos apresentar os dados do pipeline de dois compostos em estágio avançado - o pevonedistat e o mobocertinibe (TAK-788) - ambos apresentando potencial para se tornarem terapias transformadoras para atender necessidades não satisfeitas e melhorar a vida dos pacientes. Além disso, os dados de nossos medicamentos hematológicos e pulmonares já estabelecidos expandem o entendimento da eficácia e segurança de nossos produtos em populações de pacientes apropriadas.”

Os principais dados a serem apresentados incluem:

Franquia de hematologia:

  • Pevonedistat: os resultados do estudo Pevonedistat-2001 de Fase 2 serão apresentados em uma sessão oral no ASCO. O estudo investigou o pevonedistat mais a azacitidina versus a azacitidina isoladamente em pacientes com síndromes mielodisplásicas de maior risco (HR-MDS), leucemia mielomonocítica crônica de alto risco (HR-CMML) ou leucemia mieloide aguda de baixo risco (LB-AML). Geralmente, estes pacientes têm prognósticos desfavoráveis como resultado da resposta limitada às terapias disponíveis. O HR-MDS, em particular, não se beneficia de avanços de tratamentos há mais de uma década. Os achados da Fase 2, combinados com o estudo PANTHER de Fase 3 com recrutamento completo, devem demonstrar o impacto que o pevonedistat pode causar na melhoria do atendimento ao paciente. Estes dados também foram aceitos como uma repetição da apresentação na EHA e serão apresentados oralmente.
  • ICLUSIG® (ponatinibe): a análise provisória do estudo OPTIC de Fase 2 com tempo de acompanhamento de aproximadamente 21 meses será apresentada em uma sessão oral. O estudo avalia prospectivamente os regimes posológicos baseados em resposta do ponatinibe, com o objetivo de otimizar sua eficácia e segurança em pacientes com leucemia mieloide crônica em fase crônica (CP-CML), que são resistentes ou intolerantesàterapia prévia com inibidores de tirosina-quinase (TKI). Estes dados também serão apresentados oralmente na EHA. Além dos dados do OPTIC, um pôster com os dados de uma revisão independente do estudo PACE de Fase 2, destinado a entender melhor as taxas de eventos oclusivos arteriais, será compartilhado durante a conferência.
  • NINLARO (ixazomibe): no ASCO, os resultados do estudo TOURMALINE-MM4 de Fase 3, que avalia o NINLARO versus placebo como terapia de manutenção para pacientes diagnosticados recentemente com mieloma múltiplo não tratados com transplante autólogo de células-tronco (ASCT), serão apresentados em forma de pôster. Os achados do estudo estudoTOURMALINE-MM4 também serão apresentados em uma apresentação oral na EHA. Além disso, na EHA, dados atualizados do estudo de mundo real MM-6 EUA baseado na comunidade, que avalia a inibição do proteassoma no longo prazo em pacientes com mieloma múltiplo que sofreram uma transição inclass (na categoria) do bortezomibe para o NINLARO, serão mostrados em uma apresentação oral. Os resultados do estudo INSIGHT MM, que avalia o impacto do status da vacina contra influenza e pneumococo na infecção, utilização de recursos de cuidados da saúde e morte em pacientes com mieloma múltiplo, serão apresentados em sessões de pôsteres no ASCO e na EHA.

Franquia de pulmão:

  • ALUNBRIG® (brigatinibe): a empresa continua expandindo o entendimento clínico do ALUNBRIG ao apresentar dois pôsteres que avaliam o ALUNBRIG nas configurações de pacientes virgens e resistentes de tratamento com TKI com câncer de pulmão de não pequenas células (NSCLC) avançado, positivo para quinase de linfoma anaplásico (ALK+) – uma subanálise do estudo ALTA-1L de Fase 3 em andamento, que avaliou o ALUNBRIG como uma opção de tratamento de primeira linha, e uma análise primária do estudo J-ALTA de Fase 2, que avalia o ALUNBRIG em pacientes japoneses, que progrediram em um inibidor de ALK de segunda geração.
  • Mobocertinibe: os dados sobre o mobocertinibe, um TKI de moléculas pequenas idealizado especificamente para direcionar seletivamente as mutações de inserção no exon 20 do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) e do HER2, farão parte de uma apresentação em pôster, que avalia a eficácia comparativa entre o mobocertinibe e as opções de tratamento de mundo real em pacientes refratários com NSCLC com mutações de inserção no exon 20 do EGFR.

Os onze resumos patrocinados pela Takeda aceitos para apresentação durante o ASCO 2020 e os vinte e dois resumos na EHA 2020 incluem:

Encontro anual ASCO 2020:

Todas as apresentações estarão disponíveis a pedido no site do ASCO a partir de sexta-feira, 29 de maio, às 8 horas da manhã ET.

Pevonedistat

ICLUSIG (ponatinibe)

Mieloma múltiplo / NINLARO (ixazomibe) / TAK-079

ALUNBRIG (brigatinibe)

Mobocertinibe (TAK-788)

TAK-228

25o Congresso da EHA

Pevonedistat

ICLUSIG (ponatinibe)

Mieloma múltiplo / NINLARO (ixazomibe)

ADCETRIS (brentuximabe vedotina)

Sobre o ADCETRIS® (brentuximabe vedotina)

O ADCETRIS é um conjugado anticorpo-droga (CAD), que compreende um anticorpo monoclonal anti-CD30 ligado por ligante clivável por protease ao agente de ruptura dos microtúbulos, o fármaco monometil auristatina E (MMAE), que utiliza a tecnologia patenteada da Seattle Genetics. O CAD emprega um sistema ligante concebido para ser estável na corrente sanguínea e liberar o MMAE ao ingressar em células tumorais positivas para CD30.

A injeção do ADCETRIS por infusão intravenosa recebeu aprovação da FDA para seis indicações em pacientes adultos com: (1) linfoma anaplásico sistêmico de grandes células (sALCL) ou outros linfomas periféricos de células T expressados em CD30 (PTCL), incluindo o linfoma de células T angioimunoblástico e PTCL não especificado de outra forma, em combinação com ciclofosfamida, doxorrubicina e prednisona, (2) linfoma de Hodgkin clássico (CHL) em estágio III ou IV não tratado anteriormente, em combinação com doxorrubicina, vinblastina e dacarbazina, (3) cHL com alto risco de recidiva ou progressão como consolidação do transplante de células-tronco hematopoiéticas pós-autólogas (auto-HSCT), (4) cHL após falha do auto-HSCTou falha de pelo menos dois esquemas quimioterápicos multiagentes anteriores em pacientes que não são candidatos ao auto-HSCT, (5) sALCL após falha de pelo menos um regime anterior de quimioterapia multiagente e (6) linfoma cutâneo primário de células grandes anaplásicas (pcALCL) ou micose fungoide (MF) que expressam CD30 que receberam terapia sistêmica prévia.

A Health Canada concedeu a aprovação ao ADCETRIS com condições para o linfoma de Hodgkin recidivado ou refratário e sALCL em 2013 e aprovação não condicional para o tratamento de consolidação pós-transplante de células-tronco autólogas (ASCT) de pacientes com linfoma de Hodgkin com risco aumentado de recaída ou progressão em 2017, adultos com MF expressando pcALCL ou CD30 que tiveram terapia sistêmica prévia em 2018, para linfoma de Hodgkin em estágio IV não tratado anteriormente em combinação com doxorrubicina, vinblastina e dacarbazina em 2019, e para pacientes adultos anteriormente não tratados com sALCL, linfoma periférico de células T não especificado de outro modo (PTCL-NOS) ou linfoma de células T angioimunoblástico (AITL), cujos tumores expressam CD30, em combinação com ciclofosfamida, doxorrubicina, prednisona em 2019.

Em outubro de 2012, o ADCETRIS recebeu autorização condicional de comercialização da Comissão Europeia. As indicações aprovadas na Europa são: (1) para o tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin estágio IV positivo para CD30, anteriormente não tratado, em combinação com doxorrubicina, vinblastina e dacarbazina (AVD), (2) para o tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin positivo para CD30 com risco aumentado de recidiva ou progressão após ASCT, (3) para o tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin positivo para CD30 recidivado ou refratário após ASCT ou após pelo menos duas terapias anteriores quando o ASCT ou a quimioterapia com múltiplos agentes não for uma opção de tratamento, (4) para o tratamento de pacientes adultos com sALCL recidivado ou refratário e (5) para o tratamento de pacientes adultos com linfoma cutâneo de células T positivo para CD30 (CTCL) após pelo menos uma terapia sistêmica anterior.

No Japão, o ADCETRIS recebeu sua primeira aprovação em janeiro de 2014 para linfoma de Hodgkin e ALCL recidivado ou refratário e linfoma de Hodgkin não tratado em combinação com doxorrubicina, vinblastina e dacarbazina em setembro de 2018 e linfomas periféricos de células T em dezembro de 2019. Em dezembro de 2019, o ADCETRIS obteve dosagem e administração adicionais para o tratamento de linfoma de Hodgkin recidivado ou refratário e linfomas de células T periféricos em pediatria. A redação atual da indicação aprovada no folheto informativo do Japão é para o tratamento de pacientes com CD30 positivo: linfoma de Hodgkin e linfomas de células T periféricos.

O ADCETRIS recebeu a autorização de comercialização por autoridades regulatórias em mais de 70 países/regiões para o linfoma de Hodgkin e sALCL reincidentes ou refratários. Ver informações importantes de segurança abaixo.

O ADCETRIS está sendo amplamente avaliado em mais de 70 estudos clínicos, incluindo um estudo de primeira linha da fase 3 em linfoma de Hodgkin (ECHELON-1) e outro estudo de primeira linha da fase 3 dos linfomas periféricos de células-T positivos para CD30 (ECHELON-2), assim como estudos em muitos tipos adicionais de malignidades com CD30-positivo.

A Seattle Genetics e a Takeda estão desenvolvendo conjuntamente o ADCETRIS. Sob os termos do acordo de colaboração, a Seattle Genetics tem direitos de comercialização nos EUA e Canadá e a Takeda tem direitos de comercializar o ADCETRIS no resto do mundo. A Seattle Genetics e a Takeda estão financiando conjuntamente custos de desenvolvimento para ADCETRIS em uma base 50:50, exceto no Japão onde a Takeda é unicamente responsável pelos custos de desenvolvimento.

Informações de segurança importantes (União Europeia) do ADCETRIS (brentuximabe vedotina)

Consultar o Resumo de características do produto (SmPC), antes da prescrição do medicamento.

CONTRAINDICAÇÕES

O ADCETRIS é contraindicado para pacientes com hipersensibilidadeàbrentuximabe vedotina e seus excipientes. Além disso, o uso combinado do ADCETRIS com bleomicina pode causar toxicidade pulmonar.

ADVERTÊNCIAS & PRECAUÇÕES ESPECIAIS

Leucoencefalopatia Multifocal Progressiva (PML): a reativação do vírus John Cunningham (JCV), que resulta em leucoencefalopatia multifocal progressiva (PML) e morte, pode ocorrer em pacientes tratados com o ADCETRIS. PML foi relatada em pacientes que receberam o ADCETRIS, após passarem por vários regimes quimioterápicos anteriores. PML é uma doença desmielinizante rara do sistema nervoso central, que resulta da reativação do JCV latente, e frequentemente é fatal.

Monitorar os pacientes de perto com relação a novos ou piora de sinais ou sintomas neurológicos, cognitivos e comportamentais, que podem sugerir PML. A avaliação sugerida da PML inclui consulta de neurologia, ressonância magnética do cérebro reforçada com gadolínio e análise de líquido cefalorraquidiano para DNA do JCV por reação em cadeia de polimerase ou biópsia do cérebro com evidência de JCV. Uma reação em cadeia da polimerase (PCR) negativa do JCV não exclui a PML. Acompanhamento e avaliação adicionais podem ser justificados, se nenhum diagnóstico alternativo puder ser estabelecido. Suspender a dose para qualquer caso suspeito de PML e interromper permanentemente o uso do ADCETRIS, se o diagnóstico de PML for confirmado.

Ficar atento aos sintomas de PML que o paciente pode não notar (por exemplo, sintomas cognitivos, neurológicos ou psiquiátricos).

Pancreatite: pancreatite aguda foi observada em pacientes tratados com ADCETRIS. Resultados fatais foram relatados. Os pacientes devem ser monitorados de perto quanto a piora ou novas das dores abdominais, que podem sugerir pancreatite aguda. A avaliação do paciente pode incluir exame físico, avaliação em laboratório para amilase e lipase sérica, assim como exame de imagem do abdome, como ultrassonografia e outras medidas de diagnóstico apropriadas. Suspender o uso do ADCETRIS para qualquer caso suspeito de pancreatite aguda. O ADCETRIS deve ser descontinuado, se o diagnóstico de pancreatite aguda for confirmado.

Toxicidade pulmonar: casos de toxicidade pulmonar, alguns com resultados fatais, incluindo pneumonite, doença pulmonar intersticial e síndrome do desconforto respiratório agudo (ARDS, SDRA), foram relatados em pacientes que receberam o ADCETRIS. Embora não tenha sido estabelecida uma associação causal com o ADCETRIS, o risco de toxicidade pulmonar não pode ser descartado. Avaliar e tratar prontamente e de forma apropriada os sintomas pulmonares novos e piora (por exemplo, tosse, dispneia). Considerar interromper a dosagem durante a avaliação e até a melhora sintomática.

Infecções graves e infecções oportunistas: infecções graves, como pneumonia, bacteremia estafilocócica, sepsia/choque séptico (incluindo resultados fatais), herpes-zoster, citomegalovírus (CMV) (reativação) e infecções oportunistas, como pneumonia por Pneumocystis jiroveci e candidíase oral, foram relatadas em pacientes tratados com o ADCETRIS. Os pacientes devem ser monitorados com cuidado durante o tratamento de emergência para possíveis infecções graves e oportunistas.

Reações relacionadasàinfusão (IRR, RRI): IRR imediatas e retardatárias, assim como anafilaxia, foram relatadas com o uso do ADCETRIS. Os pacientes devem ser monitorados com cuidado durante e após uma infusão. Se ocorrer anafilaxia, a administração do ADCETRIS deve ser suspensa de modo permanente e imediato e a terapia médica apropriada deve ser administrada. Se ocorrer IRR, interromper a infusão e administrar a terapia médica apropriada. A infusão pode ser reiniciada em uma taxa mais lenta, após a eliminação do sintoma. Pacientes que experimentaram IRR prévia devem ser medicados previamente para infusões subsequentes. As IRR são mais frequentes e graves em pacientes com anticorpos para o ADCETRIS.

Síndrome da lise tumoral (TLS): TLS foi relatada com o uso do ADCETRIS. Pacientes com tumor que prolifera rapidamente e com alta carga de tumor correm o risco de sofrer TLS. Monitorar estes pacientes de perto e supervisione segundo as melhores práticas médicas.

Neuropatia periférica (NP): o tratamento com ADCETRIS pode causar NP sensorial e motora. NP induzida por ADCETRIS geralmente é um efeito cumulativo ao ADCETRIS e é reversível, na maioria dos casos. Monitorar os pacientes de perto para ver se há sintomas de neuropatia, como hipoestesia, hiperestesia, parestesia, desconforto, sensação de queimação, dor neuropática ou fraqueza. Pacientes que apresentem nova ou piora da PN podem necessitar de um adiamento e uma redução ou descontinuação da dose do ADCETRIS.

Toxicidades hematológicas: anemia de grau 3 ou 4, trombocitopenia e neutropenia prolongada (igual a ou maior que uma semana) de grau 3 ou 4 podem ocorrer com o ADCETRIS. Monitorar contagens completas de sangue, antes da administração de cada dose.

Neutropenia febril: neutropenia febril tem sido relatada com ADCETRIS. Deve-se monitorar contagens completas de sangue, antes da administração de cada dose do tratamento. Os pacientes devem ser monitorados de perto quantoàfebre e tratados de acordo com as melhores práticas médicas, se a neutropenia febril se desenvolver.

Quando o ADCETRIS for administrado em associação com AVD, recomenda-se a profilaxia primária com G-CSF em todos os pacientes, começando com a primeira dose.

Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ): SSJ e necrólise epidérmica tóxica (TEN, NET) foram relatadas com o uso do ADCETRIS. Resultados fatais foram relatados. Se ocorrer a SSJ ou a TEN, o tratamento com ADCETRIS deve ser suspenso e a terapia médica apropriada deve ser administrada.

Complicações gastrointestinais (GI): complicações GI, algumas com resultados fatais, incluindo obstrução intestinal, nó no intestino, enterocolite, colite neutropênica, erosão, úlcera, perfuração e hemorragia, foram relatadas com o ADCETRIS. Deve-se avaliar e tratar os pacientes prontamente, se houver novos ou piora dos sintomas de GI.

Toxicidade hepática: elevações nos níveis de alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) foram relatadas com ADCETRIS. Casos graves de toxicidade hepática, incluindo resultados fatais, também ocorreram. Doença hepática pré-existente, comorbidades e medicações concomitantes também podem aumentar o risco. Testar a função hepática antes do início do tratamento e monitorar rotineiramente durante o tratamento. Pacientes que apresentam toxicidade hepática podem necessitar um adiamento, modificação ou suspensão da dose do ADCETRIS

Hiperglicemia: hiperglicemia foi relatada durante estudos em pacientes com um elevado índice de massa corporal (IMC), com ou sem um histórico de diabete mellitus. Monitorar de perto a presença de glicose sérica em pacientes que apresentam casos de hiperglicemia. Administrar o tratamento contra diabetes, conforme apropriado.

Insuficiência renal e hepática: existe uma experiência limitada em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Os dados disponíveis indicam que a eliminação de MMAE pode ser afetada por insuficiência renal grave, insuficiência hepática e por baixas concentrações de albumina sérica.

CTCL CD30+: a extensão do efeito do tratamento em subtipos de linfoma cutâneo de células T CD30+ (CTCL CD30+), além da micose fungoide (MF) e linfoma cutâneo primário de grandes células T anaplásicas (pcALCL), não é clara devidoàfalta de evidência de alto nível. Em dois estudos de fase II de braço único do ADCETRIS, a atividade da doença foi mostrada nos subtipos de síndrome de Sézary (SS), papulose linfomatoide (PL) e histologia CTCL mista. Estes dados sugerem que a eficácia e a segurança podem ser extrapoladas para outros subtipos de CTCL CD30+. Considerar cuidadosamente o benefício-risco por paciente e tenha cuidado em outros tipos de pacientes com CTCL CD30+.

Conteúdo de sódio em excipientes: este medicamento contém 13,2 mg de sódio por frasco, equivalente a 0,7% da dose diária máxima recomendada pela OMS de 2 g de sódio para um adulto.

INTERAÇÕES

Pacientes que estão recebendo um forte inibidor de CYP3A4 e P-gp, concomitantemente com o ADCETRIS, podem sofrer um aumento no risco de neutropenia. Se a neutropenia se desenvolver, consultar as recomendações posológicas para neutropenia (ver secção 4.2 do SmPC ou Resumo de características do produto). A administração conjunta do ADCETRIS com um indutor de CYP3A4 não alterou a exposição de plasma ao ADCETRIS, mas pareceu reduzir as concentrações de plasma de metabólitos de MMAE que puderam ser testados. Não é esperado que o ADCETRIS altere a exposição a medicamentos que são metabolizados por enzimas CYP3A4.

GRAVIDEZ: aconselhar mulheres em idade fértil quanto ao uso de dois métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento com o ADCETRIS e até 6 meses após o tratamento. Não há dados de uso do ADCETRIS em mulheres grávidas, embora estudos em animais tenham indicado toxicidade reprodutiva. O ADCETRIS não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que o benefício para a mãe supere os riscos potenciais ao feto.

LACTAÇÃO (amamentação): não há dados quanto ao ADCETRIS ou seus metabolitos serem expelidos no leite humano, portanto, um risco ao recém-nascido/lactente não pode ser excluído. Com o risco potencial, uma decisão deve ser tomada quanto a interromper a amamentação ou descontinuar/abster de terapia com ADCETRIS.

FERTILIDADE: em estudos não clínicos, o tratamento com o ADCETRIS resultou em toxicidade testicular, podendo alterar a fertilidade masculina. Aconselhar os homens em tratamento com ADCETRIS a não terem filhos durante o tratamento e por até 6 meses após a última dose.

Efeitos na capacidade de dirigir e utilizar máquinas: o ADCETRIS pode ter uma influência moderada na capacidade de dirigir e utilizar máquinas.

EFEITOS INDESEJADOS

Monoterapia: as reações adversas mais frequentes (≥10%) foram infecções, neuropatia sensorial periférica, náusea, fadiga, diarreia, pirexia, infecção do trato respiratório superior, neutropenia, erupção cutânea, tosse, vômitos, artralgia, neuropatia motora periférica, reações relacionadasàinfusão, pruridos, constipação, dispneia, perda de peso, mialgia e dor abdominal. Reações adversas graves relacionadas ao medicamento ocorreram em 12% dos pacientes. A frequência de reações adversas graves exclusivas do medicamento foi ≤1%. Eventos adversos levaramàdescontinuação do tratamento em 24% dos pacientes.

Terapia combinada: no estudo de ADCETRIS como terapia combinada com AVD em 662 doentes com linfoma de Hodgkin avançado não tratado anteriormente, as reações adversas mais frequentes (≥ 10%) foram: neutropenia, náusea, constipação, vômitos, fadiga, neuropatia sensorial periférica, diarreia, pirexia, alopecia, neuropatia motora periférica, perda de peso, dor abdominal, anemia, estomatite, neutropenia febril, dor óssea, insônia, diminuição do apetite, tosse, dor de cabeça, artralgia, dor nas costas, dispneia, mialgia, infecção do trato respiratório superior e aumento de alanina aminotransferase. Reações adversas graves ocorreram em 36% dos pacientes. As reações adversas graves que ocorreram em ≥ 3% dos doentes incluíram neutropenia febril (17%), pirexia (6%) e neutropenia (3%). Eventos adversos levaramàdescontinuação do tratamento em 13% dos pacientes.

Informações de segurança importantes dos EUA sobre o ADCETRIS® (brentuximabe vedotina)

AVISO DA EMBALAGEM

LEUCOENCEFALOPATIA MULTIFOCAL PROGRESSIVA (PML, LMP): infecção por vírus JC resultando em PML e morte pode ocorrer em pacientes tratados com o ADCETRIS.

Contraindicação

Uso concomitante do ADCETRIS com a bleomicina devidoàtoxicidade pulmonar (por exemplo, infiltração intersticial e/ou inflamação).

Avisos e precauções

  • Neuropatia periférica (NP): o ADCETRIS causa NP, que é predominantemente sensorial. Casos de NP motora também foram relatados. A NP causada por ADCETRIS é cumulativa. NP induzida por ADCETRIS é cumulativa. Monitorare para ver se há sintomas, como hipoestesia, hiperestesia, parestesia, desconforto, sensação de queimação, dor neuropática ou fraqueza. Estabelecerça modificações da dose de acordomodo correspondente.
  • Reações de infusão e anafilaxia: reações relacionadasàinfusão (RRI), incluindo anafilaxia, ocorreram com o uso do ADCETRIS. Monitorar os pacientes durante a infusão. Se ocorrer RRI, interromper a infusão e estabelecer a supervisão médica apropriada. Se ocorrer anafilaxia, suspender, de modo permanente e imediato, a infusão e administrar a terapia médica apropriada. Medicar previamente pacientes com RRI anteriores, antes das infusões subsequentes. A medicação prévia pode incluir acetaminofeno, um anti-histamínico e um corticosteroide.
  • Toxicidades hematológicas: foram relatados casos de neutropenia febril fatal ou grave com o ADCETRIS. Neutropenia prolongada (≥ 1 semana) grave e trombocitopenia ou anemia de grau 3 ou 4 podem ocorrer com o ADCETRIS. Administrar profilaxia primária com G-CSF, começando com o Ciclo 1 para pacientes que recebam ADCETRIS em combinação com quimioterapia para cHL (linfoma de Hodgkin clássico) de fase III/IV ou PTCL (linfoma periférico de células T) não tratados anteriormente. Monitorar contagens completas de sangue, antes de cada dose do ADCETRIS. Monitorar com maior frequência pacientes com neutropenia de grau 3 ou 4. Monitorar pacientes para ver se há febre. Se a neutropenia de grau 3 ou 4 se desenvolver, considerar adiar, reduzir ou descontinuar as doses, ou profilaxia G-CSF com doses subsequentes.
  • Infecções graves e infecções oportunistas: infecções, como pneumonia, bacteremia e sepse ou choque séptico (incluindo resultados fatais), foram relatadas em pacientes tratados com o ADCETRIS. Monitorar de perto os pacientes durante o tratamento para ver se há infecções por bactérias, fungos ou vírus.
  • Síndrome da lise tumoral: monitorar de perto pacientes com proliferação rápida do tumor e alta carga de tumor.
  • Aumento de toxicidade na presença de insuficiência renal grave: a frequência de reações adversas de grau ≥ 3 e mortes foi maior em pacientes com insuficiência renal grave em comparação com pacientes com função renal normal. Evitar o uso em pacientes com insuficiência renal grave.
  • Aumento de toxicidade na presença de insuficiência hepática moderada ou grave: a frequência de reações de adversas de grau ≥ 3 e mortes foi maior em pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave, quando comparados com pacientes com função hepática normal. Evitar o uso em pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave.
  • Toxicidade hepática: casos graves e fatais ocorreram em pacientes tratados com o ADCETRIS. Os casos foram consistentes com lesão hepatocelular, incluindo elevações de transaminases e/ou bilirrubina, e ocorreram após a primeira dose de ADCETRIS ou reexposição. Doença hepática pré-existente, altos níveis de enzimas de linha de base no fígado e medicações concomitantes podem aumentar o risco. Monitorar as enzimas e a bilirrubina no fígado. Pacientes com nova, piora ou recorrência de toxicidade hepática podem necessitar de um adiamento, mudança na dose ou descontinuação do ADCETRIS.
  • Leucoencefalopatia multifocal progressiva (LMP): casos fatais de infecção pelo vírus JC resultando em LMP foram relatados em pacientes tratados com ADCETRIS. O início dos primeiros sintomas ocorreu em vários momentos desde o começo da terapia com o ADCETRIS, com alguns casos ocorrendo dentro de 3 meses após a exposição inicial. Além da terapia do ADCETRIS, outros possíveis fatores contribuintes incluem terapias anteriores e doença subjacente, que podem causar supressão imunológica. Considerar o diagnóstico da LMP em pacientes com sinais e sintomas de novo início de anomalias do sistema nervoso central. Suspender o uso do ADCETRIS, se houver suspeita de LMP, e descontinuar o ADCETRIS, se a LMP for confirmada.
  • Toxicidade pulmonar: eventos não infecciosos graves e fatais de toxicidade pulmonar, incluindo pneumonite, doença intersticial dos pulmões e síndrome do desconforto respiratório agudo, foram relatados. Monitorar os pacientes para ver se há sinais e sintomas, incluindo tosse e dispneia. No caso de novos ou piora dos sintomas pulmonares, suspender a dosagem do ADCETRIS durante a avaliação e até a melhoria dos sintomas.
  • Reações dermatológicas graves: casos graves e fatais de síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e necrólise epidérmica tóxica (NET) foram relatados com o ADCETRIS. Se ocorrer SSJ ou NET, suspender o ADCETRIS e administrar a terapia médica apropriada.
  • Complicações gastrointestinais (GI): casos graves e fatais de pancreatite aguda foram relatados. Outras complicações gastrointestinais graves e fatais incluem perfuração, hemorragia, erosão, úlcera, obstrução intestinal, enterocolite, colite neutropênica e nó no intestino. O linfoma com o envolvimento de GI preexistente pode aumentar o risco de perfuração. No caso de novos ou piora dos sintomas de GI, incluindo dor abdominal grave, realizar uma avaliação de diagnóstico imediata e trate adequadamente.
  • Hiperglicemia: casos graves, como hiperglicemia de início recente, exacerbação de diabetes mellitus preexistente e cetoacidose (incluindo resultados fatais), foram relatados com o ADCETRIS. A hiperglicemia ocorreu com mais frequência em pacientes com alto índice de massa corporal ou diabetes. Monitorar a glicose sérica e, se houver hiperglicemia, administrar medicamentos anti-hiperglicêmicos, conforme indicado clinicamente.
  • Toxicidade embrionária e fetal: com base no mecanismo de ação e de estudos em animais, o ADCETRIS pode causar danos em fetos. Mulheres em idade fértil devem ser aconselhadas quanto ao risco potencial para o feto e a evitar a gravidez durante o tratamento com ADCETRIS e por pelo menos 6 meses após a dose final do ADCETRIS.

Reações adversas mais comuns (≥20% em qualquer estudo): Neuropatia periférica, fadiga, náusea, diarreia, neutropenia, infecção do trato respiratório superior, pirexia, constipação, vômitos, alopecia, perda de peso, dor abdominal, anemia, estomatite, linfopenia e mucosite.

Interações medicamentosas

O uso concomitante de fortes inibidores ou indutores de CYP3A4 tem o potencial de afetar a exposição ao monometil auristatina E (MMAE)

Uso em populações específicas

Insuficiência hepática moderada ou grave ou insuficiência renal grave: aumento da exposição ao MMAE e de reações adversas. Evitar o uso.

Aconselhar homens com parceiras sexuais mulheres em idade fértil quanto ao uso de anticoncepcionais eficazes durante o tratamento com o ADCETRIS e por pelo menos 6 meses após a dose final do ADCETRIS.

Aconselhar os pacientes a relatarem imediatamente casos de gravidez e evitarem a amamentação durante o tratamento com ADCETRIS.

Consultar todas as informações de prescrição para o ADCETRIS, incluindo o AVISO DA EMBALAGEM, aqui

Sobre o ALUNBRIG® (brigatinibe)

ALUNBRIG é um inibidor de tirosina-quinase (TKI) de próxima geração potente e seletivo que foi concebido para ter como alvo e alterações genéticas do linfoma quinase anaplásico (ALK).

Atualmente, o ALUNBRIG é aprovado em mais de 40 países, inclusive nos EUA, no Canadá e na União Europeia, para o tratamento de pessoas que vivem com CPNPC metastático com ALK+ e que tomaram o medicamento crizotinibe, nas tiveram piora do CPNPC ou são intolerantes ao tratamento com crizotinibe. O ALUNBRIG também foi aprovado na UE como monoterapia para o tratamento de pacientes adultos com NSCLC ALK+ avançado, anteriormente não tratado com um inibidor da ALK.

O ALUNBRIG recebeu a designação de terapia inovadora da FDA para o tratamento de pa

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