14/06/2021 às 15h11min - Atualizada em 15/06/2021 às 00h00min

Otimização de ocupação da rede subterrânea

Otimização de ocupação da rede subterrânea nas grandes cidades

SALA DA NOTÍCIA Mariana Batista
Um fato que vem sendo deixado de lado é a liberação de dutos para o compartilhamento das redes subterrâneas de telecomunicações nas grandes cidades brasileiras.

Com a modernização das redes, milhares de cabos disputando espaços limitados nos postes, os antigos cabos metálicos de até 2400 pares continuam ocupando preciosos espaços no subsolo congestionado.

Para a remoção desses cabos é necessário que seja realizado um bom planejamento de manutenção. Os trabalhos são complexos e carecem de mão de obra especializada e bem remunerada para assegurar que os cabos subterrâneos irão permanecer preservados.

Com postes em situação calamitosa, remanejamentos das redes aéreas para o subterrâneo são cada vez mais necessários, isso tem gerado a confecção de projetos de enterramento de centenas de dutos em valas abertas, o que não é recomendado tecnicamente.

A justificativa cabível para esta afirmação é de fácil compreensão, como o subsolo urbano em muitos casos é ocupado de forma indiscriminada por diversos segmentos, tais como: água, gás, energia, esgoto, - as valas para enterramento dos dutos de telecomunicações procuram os caminhos livres para serem instalados, ocupando os últimos espaços livres do subterrâneo.

Sendo assim, o que já está ruim acaba ficando pior, com um subsolo totalmente congestionado por um emaranhado de dutos das diversas concessionárias (água, energia, gás, sinalização semafórica). As implantações de novos projetos e mesmo os serviços de manutenção são tremendamente prejudicados, o que acaba gerando gastos elevados para arrumação da desordem.

Uma forma de otimização dos limitados espaços do subsolo urbano é com a adoção de ações proativas, com a utilização de microtecnologia e a liberação dos dutos para uso compartilhado por diversos ocupantes, como dito anteriormente.

Conforme citado: “Os trabalhos de retirada dos cabos mortos do subterrâneo e a arrumação das caixas subterrâneas são elevados, mas podem trazer para as operadoras detentoras desses insumos, ganhos consideráveis com a comercialização do cobre a ser retirado, assim como, com o aluguel dos dutos vagos para terceiros”, completa o diretor da Porto Seguro Cortes e Furos, Gilberto Giassetti.

Outro fato que deve ser considerado é que ruas deixam de ser abertas para o enterramento de dutos, em muitos casos, impedindo que futuras redes sejam implantadas e mantidas de forma correta. Para que estas ações sejam implementadas é necessária uma gestão efetiva e competente, este segmento não é para principiantes e carece de equipes com notórios conhecimentos em obras de telecom.

Para minimizar os problemas detectados na infraestrutura urbana, provocados pela execução de obras com valas abertas, uma nova solução técnica está sendo introduzida no Brasil: a microtecnologia, - composta por microdutos e microcabos. Esta opção auxilia a despoluição do subsolo urbano, libera espaço, e se torna uma evolução tecnológica, a qual já é utilizado em larga escala em diversos países desenvolvidos.

Estamos trabalhando na adequação técnica para atender as condições físicas do subsolo urbano, do treinamento e certificação da mão de obra envolvida, a fim de obter mais êxito no novo sistema.

Pela tipicidade da pavimentação utilizadas no país, muitas obras são realizadas com adição da camada asfáltica sobre paralelepípedos, o que acaba provocando uma abertura de valas com dimensões acima do previsto; essa abertura da capa asfáltica gera um sobrepreço das obras, pois é exigido que a via seja integralmente recomposta.

Os microdutos são implantados em microvalas, com dimensões diminutas, cerca de 20 mm de largura por 400 mm de profundidade. A pequena abertura da vala é recomposta por asfalto frio, que não ocasiona recalque da cobertura, assegurando que a camada asfáltica fique sem depressões e/ou calosidades, garantindo assim uma melhor usabilidade da via.

É importante ressaltar, que a microtecnologia envolve diversos processos, um deles é a realização de microvalas para passagem dos microdutos. Ou seja, é diferente de minivalas. Observe a diferença: 
 
Características da minivala

Para realizar minivalas, o rompimento da capa asfáltica utiliza um equipamento dotado de discos com bits de metal duro. Com a execução da obra a abertura muitas vezes pode sofrer uma desagregação do pavimento na superfície da minivala escavada e acabar gerando uma abertura maior que a prevista. 

Outro detalhe a ser considerado é que os tais “Bits de Metal Duro” não conseguem romper concreto armado, paralelepípedos e até mesmo algum outro material resistente existente no trajeto.

Características da microvala

As microvalas possuem características bastante diferenciadas das minivalas para sua abertura. Elas utilizam equipamentos dotados de discos de corte com seguimentos de diamante, que podem cortar qualquer tipo de material existente no trecho, tais como: paralelepípedos, trilhos metálicos, concreto armado, outros materiais.

A abertura das microvalas com o disco de diamante é refrigerado com água, minimizando a quantidade de material a ser descartado, que é eliminado na lavagem e durante a limpeza da obra (cerca de 8 litros de material por metro de microvala), com a total eliminação de poeira.

Assegurando a largura de vala uniforme, com 20mm de largura, sem risco de desagregação do pavimento da parte superior da microvala, os microdutos são instalados num ambiente seguro para a integridade e proteção mecânica do mesmo.

Além dos itens acima citados, ressalto que a reconstituição da capa asfáltica da microvala garante que não haverá recalque assegurando que a via será preservada. O resultado final da obra é promissor, resulta numa economia de grande monta, sem a necessidade de recomposição asfáltica da via, comparativamente com os métodos tradicionais de obras utilizando dutos e microdutos.

 “Quem conhece infraestrutura de redes de telecomunicações urbana sabe como proceder para que os projetos sejam coroados de sucesso. Sem gestão teremos uma indigestão e os resultados serão nefastos.”, finaliza o diretor da Porto Seguro Cortes e Furos, Gilberto Giassetti.

Sobre a PS Cortes e Furos

A Porto Seguro Cortes e Furos iniciou suas atividades no ano de 1994, dedicando-se inicialmente à prestação de serviços de corte e perfuração de concreto, aço, refratário e outros materiais com ferramentas diamantadas, sempre buscando satisfazer seus clientes, adquirindo equipamentos de ponta, para proporcionar maior qualidade, confiabilidade e preços competitivos.
 
A empresa tem sua sede em Jundiaí/SP e hoje é referência nacional nessa atividade por possuir modernos equipamentos, máquinas das melhores marcas disponíveis no mercado e, principalmente, equipe capacitada, composta por pessoas treinadas e qualificadas para prestar serviços com soluções completas aos clientes, para todas as obras.

Referência no mercado industrial e construção civil, seus principais serviços são corte de concreto e perfuração, vedação Link Seal, microvala para fibra ótica e outros. Atende no Brasil e exterior.

Mais informações: https://www.pscortesefuros.com.br/
Siga a PS Cortes e Furos: @pscortesefuros e PS Cortes e Furos Ltda no Linkedin.

Informações à imprensa:
Mariana Batista
[email protected]
+55 (13) 95538-3027
 
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