23/03/2022 às 17h31min - Atualizada em 24/03/2022 às 00h10min

No mês da mulher, entregadoras parceiras da Borzo compartilham suas rotinas na profissão

Empresa dispõe de um time de suporte eficiente e conta com uns dos maiores repasses ao entregador autônomo do mercado

SALA DA NOTÍCIA Assessoria de Imprensa

A facilidade de pedir serviços de delivery, especialmente food service, atrai cada vez mais pessoas. O aumento dessa demanda evidencia uma questão perceptível: o setor de entregas é predominantemente masculino. No mês da mulher, a Borzo  – plataforma on-line de intermédio de entregas expressas que conecta os clientes a entregadores parceiros – escutou o que as colaboradoras conectadas à plataforma experienciam no cotidiano da profissão.

O cenário pouco inclusivo pode ser a explicação para o distanciamento feminino da atividade. De acordo com Morena Bernard, entregadora parceira da Borzo, as mulheres ainda enfrentam dificuldade de inserção nos aplicativos de entrega. “Me sinto privilegiada por atuar com a Borzo. Muitas plataformas não me aceitam por ser mulher. Os preconceitos ainda são muitos, sobretudo nessa área”, explica a motogirl.

De acordo com os últimos dados divulgados pelo Sindicato dos Motoboys de São Paulo, em 2019, as mulheres representavam apenas 1% dos trabalhadores de entrega (em torno de 220 mil mulheres). Já em 2020, o percentual triplicou, cerca de 305 mil mulheres passaram a exercer a atividade, o que equivale a 3% de participação no mercado.

Além da dificuldade de ingresso nas plataformas de delivery, as mulheres buscam por um suporte seguro e eficiente. “É confortável e libertador ser uma entregadora parceira da Borzo. Obtenho minha renda como autônoma sabendo o valor da corrida, percurso e quilometragem, além de ter toda a assistência da plataforma para eventuais problemas. Isso com certeza conta muito’’ enfatiza Isabele Cristine, que utiliza o aplicativo para fazer entregas na empresa desde janeiro.

No cotidiano da profissão, as entregadoras autônomas descrevem a reação dos clientes ao perceberem que uma mulher está fazendo a entrega. “É possível notar que as pessoas ficam surpresas. No geral, sinto que existe uma certa admiração ao ver uma mulher exercendo a atividade”, revela Heloísa Amorim.

Já Morena Bernard ressalta que o tratamento recebido diz muito sobre os valores da sociedade em que as mulheres estão inseridas. “Em algumas situações somos colocadas em pedestais por estarmos dispostas a fazer um trabalho predominantemente masculino. Em outras situações, também sinto que a forma como eu me visto dita o tratamento que eu receberei. Quando estou com roupas mais ʽfemininasʼ, sou melhor tratada do que quando estou vestindo peças mais ʽmasculinasʼ ou de chuva”.

Para a Borzo, garantir boas condições de trabalho aos entregadores parceiros é uma prioridade. “Somos uma das empresas com maior repasse ao entregador Oferecemos 80% frente a 70% da média de mercado. Além disso, estamos sempre em busca de novos benefícios aos colaboradores, tais como descontos em postos de combustíveis, mecânicas e assistências técnicas. Nossos parceiros exercem um papel fundamental na nossa atividade e, com certeza, ficamos felizes ao ver mulheres fazendo parte da nossa história”, conclui Bruno de Moraes Sá, country manager da Borzo Brasil.

Sobre a Borzo
A Borzo é um serviço global de intermediação de entregas expressas que permite a entrega de mercadorias de qualquer peso ou tamanho dentro da mesma cidade no mesmo dia, por meio de qualquer rota, por diferentes tipos de transporte e por um preço competitivo. Seus algoritmos otimizam diversas entregas paralelas, considerando rotas geográficas, conteúdos de pacotes, entregadores autônomos parceiros, entre tantos outros fatores, para garantir a viabilidade da entrega no mesmo dia. A companhia está presente em 10 países, incluindo Brasil, Coreia do Sul, Filipinas, Índia e Indonés


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