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28/02/2023 às 16h32min - Atualizada em 01/03/2023 às 00h02min

Lei de combate à inflação libera US$ 370 bi para setor de energias renováveis nos EUA

Relatório do Thomson Reuters Institute detalha políticas de incentivo do governo e órgãos reguladores norte-americanos no combate a mudanças climáticas

SALA DA NOTÍCIA Fabio Okubaru; Fabíola Mello
Thomson Reuters Institute
Thomson Reuters_divulgação
A aprovação da Lei de Redução da Inflação (IRA) dos Estados Unidos, em agosto de 2022, marcou a maior ação já tomada pelo Congresso e pelo governo norte-americanos no combate às mudanças climáticas, indica o relatório ESG sob Tensão, do Thomson Reuters Institute. Esta lei autorizou US$ 370 bilhões para apoiar fontes de energia limpa e acelerar a transição dos combustíveis fósseis. Espera-se que a nova lei acelere o investimento do setor privado em energia renovável e ajude os Estados Unidos a cumprir sua promessa de emissões líquidas zero até 2050.

Segundo análises apresentadas no relatório do Thomson Reuters Institute, os US$370 bilhões dedicados à mudança climática reduzirão, em 2030, as emissões líquidas de gases de efeito estufa dos EUA para 32% a 42% abaixo dos níveis de 2005. Sem ele, a redução seria de apenas 24% a 35%.

Com incentivos da nova lei, empresas e estados americanos poderão reduzir o "prêmio verde" sobre combustíveis limpos, hidrogênio limpo, captura de carbono, captura direta de ar e outras tecnologias, potencialmente criando as condições de mercado para expandir essas indústrias, de acordo com o relatório ESG sob Tensão. 

O presidente dos EUA, Joe Biden, prometeu, ao assumir o cargo em 2021, adotar uma abordagem de "todo o governo" para combater a mudança climática, estabelecendo uma força-tarefa entre 21 agências federais para supervisionar o processo.

Já a SEC apresentou propostas de mudanças de regras destinadas a evitar reivindicações infundadas de fundos que estão comercializando investimentos ESG, além de propor um projeto de regra que exigiria que as empresas públicas divulgassem uma série de números de emissões de gases de efeito estufa.

O Federal Reserve dos EUA também se comprometeu a abordar as implicações das mudanças climáticas dentro dos limites de sua autoridade para regular e supervisionar as instituições financeiras.

Segundo apontou o relatório do Thomson Reuters Institute, ainda para final de 2023 são esperadas orientações para outros reguladores financeiros norte-americanos, como o Escritório Controlador da Moeda e a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities que atuam com iniciativas próprias até o momento.  
 
O relatório especial ESG Sob Tensão está disponível para consulta gratuita no site da Thomson Reuters Brasil.

 

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