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19/07/2023 às 17h12min - Atualizada em 20/07/2023 às 00h02min

Parlamentares querem discutir a permanência de mulheres no ambiente acadêmico

Proposta de Audiência Pública é uma parceria com a Rede Brasileira de Mulheres Cientistas (RBMC)

Pollyana Cabral Porto
Gabinete Compartilhado
O Gabinete Compartilhado, composto pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e pelos deputados federais Amom Mandel (Cidadania-AM), Camila Jara (PT-MS), Duarte (PSB-MA), Duda Salabert (PDT-MG), Pedro Campos (PSB-PE) e Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou, nesta terça-feira (18), requerimento para realização de uma audiência pública que visa discutir a permanência de mulheres no ambiente acadêmico. 

 Fruto de uma parceria com a Rede Brasileira Mulheres Cientistas (RBMC), grupo que busca a implementação de políticas dirigidas às mulheres em torno de seis grandes eixos: saúde; violência; educação; assistência social e segurança alimentar; trabalho e emprego; e moradia e mobilidade. A audiência, que será realizada, de forma conjunta, no âmbito das Comissões de Educação (CE) da Câmara e do Senado, também é assinada pela deputada Talíria Petrone (Psol-RJ) e outros membros da CE.

No que diz respeito ao espaço das mulheres na academia, o principal objetivo da audiência pública é ouvir os órgãos públicos e a sociedade civil sobre as barreiras que impedem ou dificultam a permanência delas nesse ambiente e, assim, pensar em formas de como efetivar a igualdade de gênero, visto que, conforme pesquisa do Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ação Afirmativa, quanto mais alta for a posição profissional na carreira científica, menos mulheres são encontradas.

Além da RBMC, o evento contará com representantes da Associação Nacional de Pós-Graduandos - ANPG; do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq; do Ministério da Educação; do Parent in Science; da sociedade civil no Conselho de Direitos Humanos; da Geledés - Instituto da Mulher Negra; da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA); do Grupo de Estudos Multidisciplinar da Ação Afirmativa (GEMAA); e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC.

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