Murray Rothbard é, para o libertarianismo, o que Dostoiévski é para o romance psicológico
Enquanto Mises constrói a base teórica (praxeologia, cálculo econômico, crítica ao socialismo), Rothbard pega isso, empurra ao limite e diz: se tudo isso é verdade, então o Estado como o conhecemos é ilegítimo em princípio, e todas as funções hoje estatais podem – e devem – ser privatizadas sob um regime de propriedade privada, contratos e…
