12/02/2021 às 16h34min - Atualizada em 12/02/2021 às 16h34min

​Luciano Hang participa de manifestação, em Bauru (SP), a favor da abertura do comércio

Liliani Bento
New Age Comunicação
“Acorda São Paulo. O povo unido jamais será vencido.” A frase é antiga, mas nunca se fez tão atual, quando algumas medidas tentam impedir o povo de trabalhar e a população está cansada de ver seus empregos destruídos. Para apoiar, principalmente os pequenos empreendedores, o empresário Luciano Hang, dono da Havan, participou hoje, 12, de uma manifestação, em Bauru (SP), organizada pelo Sincomercio, em favor da abertura do comércio e por mais leitos nas enfermarias e UTIs. 

Comerciantes e moradores em geral foram convidados a participar do ato, que ocorreu no pátio da loja de Bauru, a partir das 14h. “Estamos lutando pelo direito de trabalhar. É um absurdo o que estão fazendo no Estado de São Paulo. O povo não aguenta mais ver seus empregos e suas vidas serem destruídas por medidas que não surtem efeito no combate ao coronavírus”, enfatiza.

“O povo já está cansado de tantas medidas arbitrárias desde que começou a pandemia. Já estamos com milhares de desempregados e de pequenas empresas que foram fechadas. Não é possível mais aceitar isso passivamente. Vamos lutar pelo nosso direito de trabalhar. Trabalho não é crime, e comerciante não é bandido”, desabafa o empresário. 

Luciano reafirma que os governantes precisam investir em medidas preventivas, vacinas à população e aumentar a oferta de leitos nos hospitais, sem prejudicar, ainda mais a população.

A prefeita de Bauru, Suéllen Silva Rosim, também participou da manifestação e como os demais está indignada com o que está acontecendo em São Paulo. “Todos precisam trabalhar. Não é possível continuarmos desse jeito. Além disso, tem investimentos em saúde que já deveriam ter sido feitos no início da pandemia. Precisamos de mais leitos e que o Hospital das Clínicas permaneça de portas abertas. Estou em busca de recursos junto aos governos estadual e federal para a saúde de Bauru”, declarou.

Ainda durante a manifestação, que foi totalmente pacífica, os presentes fecharam por alguns minutos, a rodovia Marechal Rondon e a Avenida das Nações.
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