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25/05/2023 às 16h25min - Atualizada em 27/05/2023 às 00h02min

Os padrões de beleza e o impacto significativo na saúde mental da população brasileira

Coordenadora do curso de Psicologia da Anhanguera explica como a pressão para se adequar ao “corpo ideal” leva a uma baixa autoestima e à insatisfação corporal

SALA DA NOTÍCIA Thainá Zelante Cordeiro

A aparência física é frequentemente valorizada e associada à autoestima, confiança e aceitação social, e os padrões de beleza impostos pela sociedade levam a uma série de questões relacionadas à saúde mental. No entanto, a exposição constante de corpos idealizados nas redes sociais cria uma comparação capaz de levar homens e mulheres a uma sensação de inadequação em relação à própria aparência, tudo isso para se enquadrar em um ideal de beleza muitas vezes inatingível.

De acordo com a coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera, professora Franciana Figueiredo, a pressão para se adequar a esses padrões pode resultar na baixo autoestima, na insatisfação corporal, ansiedade, depressão e até mesmo transtornos alimentares, exclusão social e preconceito. “É fundamental que a sociedade promova uma compreensão mais ampla e inclusiva sobre o que é a beleza, valorizando a diversidade entre as pessoas, e incentivando uma relação mais saudável com a aparência física.”

A objetificação do corpo feminino leva a uma percepção distorcida da autoimagem e uma busca constante pela aprovação da aparência física, com base em uma banalização da individualidade e uma idealização do que é comercializado. O mesmo acontece com os homens, que são constantemente levados a se adequarem a corpos musculosos, rostos simétricos e a altura, que por muito tempo foi sinônimo do “ser bem-sucedido”.

A distorção de imagem faz com que a pessoa tenha uma visão deturpada em relação à sua imagem corporal, mesmo que essa percepção não seja realista ou objetiva. Neste caso, é importante buscar o auxílio de um psicólogo, que irá auxiliar no autoconhecimento e desenvolvimento de uma melhor autoestima, identificando diferentes formas de começar a lidar com aquilo que afeta o amor-próprio, desenvolvendo um senso de autoconfiança e tomando medidas para melhorar o dia a dia do paciente.

Sobre a Anhanguera 

Fundada em 1994, a Anhanguera faz parte da vida de milhares de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com as necessidades do mercado de trabalho, em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância. Em 2023, passou a ser a principal marca de ensino superior da Cogna Educação, com o processo de unificação das instituições, visando o conceito lifelong learning, no qual proporciona acesso à educação em todas as fases da jornada do aluno.

A instituição ampliou seu portfólio, disponibilizando novas opções para cursos Livres; preparatórios, com destaque para o Intensivo OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); profissionalizantes, nas mais diversas áreas de atuação; EJA (Educação de Jovens e Adultos) e técnicos.

Com grande penetração no Brasil, a Anhanguera está presente em todas as regiões com 112 unidades próprias e 1.398 polos em todo o país. A instituição presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola, na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.

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