Toninho do PT — Assassinato || 2001 Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT, prefeito de Campinas, foi assassinado a tiros depois de sair de um shopping. O crime permanece sem solução definitiva. A família sempre contestou a tese de crime comum e apontou motivação política. O primeiro prefeito petista morto em circunstâncias jamais esclarecidas — inaugurando um padrão de mortes convenientes que marcaria os anos seguintes. Ref.: Folha de S.Paulo / Revista Oeste, jan. 2026
Caso Celso Daniel — Assassinato e Queima de Arquivo || 2002 O prefeito de Santo André foi sequestrado e morto. O Ministério Público de SP apontou que ele tentava estancar um esquema de propinas para o caixa do PT. Sete pessoas ligadas ao caso morreram em circunstâncias misteriosas, incluindo o garçom que serviu o prefeito e o empresário Dionísio Aquino Garcia. Carlos Delmonte Printes, legista que afirmou que Celso Daniel foi torturado, foi encontrado morto em seu consultório em 2005. Um prefeito que sabia demais sobre o esquema financeiro do PT. Oito mortes depois, o caso segue “em investigação”. Ref.: O Estado de S. Paulo / Veja / G1-Globo / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
CPI do Banestado — Sabotagem Institucional || 2003 No primeiro ano do governo Lula, o PT tentou impedir a criação da CPI do Banestado, com o qual o partido havia tomado empréstimos irregulares sob o comando de José Dirceu. O deputado petista José Mentor foi acusado de sabotar a CPI para proteger membros do governo. Ainda no primeiro ano de mandato. A tinta da posse mal havia secado. Ref.: Carta de Notícias / Jornal do Brasil
ONG Rede 13 — Desvio de Recursos || 2003 A ONG Rede 13 foi extinta após receber R$ 7,5 milhões sem comprovação de serviços prestados. Primeiro ano de governo. Dinheiro público desviado para organização sem histórico de atividade. O PT descobriu que ONGs fazem ótimas lavandeiras. Ref.: Jornal do Brasil / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Caso Waldomiro Diniz / Escândalo dos Bingos || 2004 A revista Época divulgou uma gravação na qual Waldomiro Diniz, então assessor de José Dirceu na Casa Civil, pedia propina ao empresário de jogos eletrônicos Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira — “Um por cento é pra mim”. Diniz cobrava do bicheiro recursos para a campanha do PT em troca de favorecimento em operações lotéricas. “Um por cento é pra mim” — a frase mais honesta já pronunciada por um petista em toda a história do partido. Ref.: Revista Época / Revista Oeste, jan. 2026
Caso dos Correios — Propina Documentada || 2005 A revista Veja divulgou vídeo no qual o chefe de departamento dos Correios, Maurício Marinho, recebia propina de R$ 3 mil. Na gravação, Marinho citava o deputado Roberto Jefferson, do PTB. Jefferson logo passou de acusado a denunciante e esteve no centro das denúncias do Mensalão. Três mil reais. Esse foi o preço que começou a desempacotar o maior esquema de corrupção da história brasileira até então. Barato para o PT, caro para o Brasil. Ref.: Revista Veja / Revista Oeste, jan. 2026
Mensalão — Compra Sistemática de Parlamentares || 2005 Revelado por Roberto Jefferson, o esquema de compra de votos no Congresso desviou R$ 200 milhões. Resultou na cassação de José Dirceu. Lula, como sempre, afirmou que não sabia de nada, condenou a prática do caixa 2 e se disse “traído por alguns companheiros”. O maior esquema de corrupção da história do Brasil até então — compra institucionalizada de apoio parlamentar com dinheiro desviado de estatais. Lula “não sabia”. Nunca sabe. Especializou-se em ser o único ser humano do planeta que não sabe o que acontece na própria casa. Ref.: Folha de S.Paulo / Estadão / Revista Oeste, jan. 2026
Dólares na Cueca — Dinheiro Vivo no Aeroporto || 2005 Assessor do PT foi preso com US$ 100 mil escondidos na roupa íntima no aeroporto de Congonhas. Dólares na cueca. Literalmente. O PT não apenas roubava — roubava com criatividade têxtil invejável. Ref.: Estadão / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Gamecorp / Fábio Luís Lula — Filho Pródigo || 2005 A Telemar (Oi) injetou R$ 111 milhões na empresa de Fábio Luís, filho de Lula, em negócio sem explicação de mercado. Cento e onze milhões de reais para a empresa do filho do presidente. Sem produto. Sem serviço. Sem explicação racional. Com muita coincidência. Ref.: Revista Veja / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Escândalo dos Aloprados — Dossiê Falso || 2006 Lula fazia campanha pela reeleição quando operadores e assessores ligados a campanhas petistas foram presos com R$ 1,7 milhão em dinheiro vivo. O valor seria utilizado para comprar um dossiê contra José Serra. O apelido “aloprados” foi dado por Lula para tentar reduzir o crime a mera inconsequência de alguns petistas. Um milhão e setecentos mil reais em espécie para comprar mentiras sobre adversários. “Aloprados” — palavra inventada por Lula para chamar de loucura o que é crime. Ref.: Estadão / Revista Oeste, jan. 2026
Caso Francenildo — Quebra Ilegal de Sigilo || 2006 O caseiro Francenildo dos Santos Costa contou que o então ministro Antonio Palocci frequentava uma mansão onde eram promovidas festas com lobistas e onde dinheiro era dividido. Dias depois do relato, o caseiro teve seu sigilo bancário quebrado ilegalmente. Palocci acabou deixando o cargo. Um caseiro disse a verdade. Em resposta, quebraram ilegalmente o sigilo bancário dele. Intimidação de testemunha com participação de Estado. Mas era “o governo mais ético da história”. Ref.: Folha de S.Paulo / Revista Oeste, jan. 2026
Refinaria de Pasadena — Superfaturamento Bilionário || 2006 A compra superfaturada da refinaria de Pasadena pela Petrobras gerou prejuízo de US$ 790 milhões — caso que se tornaria central na Lava Jato. Setecentos e noventa milhões de dólares de prejuízo em uma única compra. Dilma presidia o Conselho de Administração da Petrobras quando a operação foi aprovada. Ela “não sabia”. Ninguém sabia. O PT é governado por amnésicos coletivos. Pesquise quem do conselho sobreviveu… Ref.: O Globo / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Operação Navalha — Fraudes em Obras Públicas || 2007 Investigação da Polícia Federal sobre fraudes em obras públicas e contratos com empreiteiras apontou o envolvimento do ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau. Ministro envolvido em fraude em licitações. Ministro saiu. Esquema continuou. PT nunca interrompeu nada — apenas trocou de operador. Ref.: G1 / Revista Oeste, jan. 2026
Caso Bancoop — Desvio de Cooperativa Habitacional || 2008 De acordo com o Ministério Público, recursos da cooperativa habitacional Bancoop, bancados pelos cooperados, teriam sido desviados para uso ilegal nas campanhas do PT em 2002 e 2004. O caso envolveu João Vaccari Neto, que era tesoureiro nacional do partido. Dinheiro de trabalhadores que sonhavam com a casa própria. Desviado para campanha eleitoral. O PT chamava isso de “militância”. Os cooperados chamavam de golpe. Ref.: O Estado de S. Paulo / Revista Oeste, jan. 2026
Cartões Corporativos — Gastos Pessoais com Dinheiro Público || 2008 Revelação de uma série de gastos irregulares com cartões do governo federal, envolvendo altos funcionários. Cartão corporativo da República usado para despesas pessoais. Um clássico que o PT reinventou em escala industrial — o contribuinte pagando a conta do jantar de quem governa contra seus interesses. Ref.: Folha de S.Paulo / Revista Oeste, jan. 2026
Ditaduras Africanas — BNDES Financiando Regimes || 2013 Dilma perdoou US$ 900 milhões em dívidas de países governados por ditadores para facilitar novos empréstimos do BNDES. Novecentos milhões de dólares de dívida perdoada para ditaduras africanas. Enquanto brasileiro pagava 40% de impostos. O PT chamava isso de “política externa solidária”. Os dicionários chamam de dilapidação do patrimônio público. Ref.: Estadão / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Porto de Mariel / BNDES em Cuba — Financiamento de Ditadura || 2014 O BNDES financiou obra bilionária em Cuba com garantias duvidosas e sigilo decretado. Cuba suspendeu os pagamentos, acumulando dívida de centenas de milhões de dólares em atraso. Quase US$ 700 milhões para o porto cubano. Cuba deu o calote. O Tesouro Nacional — leia-se: você, contribuinte — pagou a conta. Irmandade socialista tem preço. E quem paga é sempre quem trabalha. Ref.: Folha de S.Paulo / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
BNDES Venezuela — Calote Bolivariano || 2014-2016 O governo venezuelano é o maior devedor individual do BNDES. Obras como o Metrô de Caracas e a Usina Siderúrgica de Guayana receberam bilhões. O calote venezuelano ao Brasil já supera US$ 1 bilhão. Mais de um bilhão de dólares de calote de Maduro ao Brasil. O Tesouro Nacional paga. O socialismo venezuelano agradece. O trabalhador brasileiro que mantinha isso tudo não foi consultado. Ref.: O Estado de S. Paulo / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Petrolão / Operação Lava Jato — O Maior Escândalo da História || 2014 Iniciada em 17 de março de 2014, a Lava Jato revelou o esquema bilionário de corrupção na Petrobras, que se tornaria o maior escândalo de corrupção da história. Envolveu diretores da estatal, empreiteiras e políticos, incluindo Lula, que foi condenado em três instâncias e passou 580 dias na cadeia. O maior esquema de corrupção da história do Brasil. Bilhões desviados da Petrobras para campanhas e bolsos petistas. Lula foi condenado. Preso. Libertado pelo STF. E reeleito. O Brasil é o único país do mundo onde o réu volta ao poder antes de a sentença ser cumprida. Ref.: Jornal Nacional / BBC Brasil / Revista Oeste, jan. 2026
Pedaladas Fiscais — Crime de Responsabilidade || 2013-2016 Dilma Rousseff utilizou as “pedaladas fiscais”, práticas de atrasar repasses a bancos públicos para maquiar as contas do governo. A manobra levou à sua cassação. Em parecer unânime, o TCU acusou Dilma de prática de pedaladas fiscais, consideradas crime de responsabilidade fiscal. Dilma maquiou as contas públicas. Foi cassada. E até hoje o PT chama isso de golpe. Quando você mente nas contas do condomínio é inadimplência. Quando o presidente mente nas contas do país é política econômica. Ref.: BBC Brasil / Gazeta do Povo / Revista Oeste, jan. 2026
Caso João Santana — Marqueteiro do PT Preso || 2016 João Santana e Mônica Moura foram presos por receberem via caixa dois de empreiteiras. O marqueteiro que fabricou a imagem de Lula e Dilma recebia dinheiro de empreiteiras via caixa dois. A mentira política tem custo. E o custo era pago com dinheiro roubado da Petrobras. Ref.: G1 / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Triplex do Guarujá — Propina em Imóvel || 2017-2018 Lula foi condenado no caso do triplex do Guarujá, depois da condenação em segunda instância foi para a cadeia. As condenações seriam posteriormente anuladas por decisões do STF. Um triplex reformado pela OAS como pagamento de propina ao presidente da República. Condenado em 3 instâncias. Preso 580 dias. Solto por Dias Toffoli. Reeleito. A Justiça brasileira é uma piada com enredo longo demais. Ref.: O Globo / Revista Oeste, jan. 2026
Sítio de Atibaia — Segunda Condenação || 2017-2018 Lula foi condenado em segunda instância também pelo sítio de Atibaia, reformado pela Odebrecht e OAS como propina. Marcelo Odebrecht confirmou que Lula era o beneficiário da conta “Amigo”, que chegou a ter R$ 40 milhões disponíveis para o petista. Quarenta milhões de reais disponíveis na conta pessoal de Lula na Odebrecht. “Amigo” era o codinome. Inimigo da República era o cargo real. Ref.: O Globo / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Delação de Palocci — O Ex-Braço Direito Fala || 2019 A delação premiada de Antonio Palocci detalhou esquemas de arrecadação e distribuição de recursos para o PT e aliados. Palocci afirmou que Lula e o PT movimentaram R$ 270 milhões em propinas geridas por ele, e que o BNDES era peça-chave no favorecimento de grandes grupos econômicos. O ex-ministro da Fazenda, ex-ministro da Casa Civil, ex-maior aliado de Lula no governo descreveu com detalhes o esquema de R$ 270 milhões. A defesa de Lula disse que Palocci estava mentindo. Mesmo Palocci — que por décadas fez tudo que Lula mandava sem questionar. Ref.: UOL / Folha de S.Paulo / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Operação Vegatomia — Fraude no FIES || 2019 Investigação sobre fraudes de R$ 500 milhões no FIES durante as gestões petistas. Quinhentos milhões desviados do Fundo de Financiamento Estudantil. Do dinheiro destinado a dar educação aos mais pobres. O PT roubou até da promessa de mobilidade social que usava como marketing eleitoral. Ref.: Estadão / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Aparelhamento do Estado — Volta ao Poder || 2023 Ao retornar ao governo, Lula repetiu o mau hábito: aparelhou o Estado com nomeações cujo critério é o alinhamento ideológico ou o interesse político — e não a competência. O modus operandi do PT recolocou na berlinda os Correios — cujo rombo pode chegar a R$ 10 bilhões em 2025 e a R$ 23 bilhões em 2026 —, a Petrobras e o BNDES. Terceiro mandato, mesmos vícios. Como se diz popularmente: cachorro não muda de dono — e PT não muda de método. Ref.: Revista Oeste, jan. 2026
Ministro Juscelino Filho — Corrupção Passiva || 2024 Juscelino Filho, ministro das Comunicações, foi acusado pela Polícia Federal de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa em inquérito ligado à Codevasf. Ministro do governo mais ético da história indiciado pela PF por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Tudo ao mesmo tempo. Uma tríplice coroa. Ref.: Revista Oeste, jan. 2026
Ministro Silvio Almeida — Assédio Sexual || 2024 O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, foi exonerado por Lula devido à repercussão das denúncias de assédio sexual. O ministro dos Direitos Humanos — repita-se: dos Direitos Humanos — exonerado por assédio sexual. A ironia é tão pesada que precisaria de guindaste para ser movida. Ref.: Revista Oeste, jan. 2026
Fraude do INSS — Aposentados Saqueados || 2025 Descoberta em abril de 2025, a roubalheira estimada em R$ 6,3 bilhões ocorreu por meio de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões. Uma das principais organizações envolvidas tem como vice-presidente José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão de Lula. Seis bilhões de reais roubados de aposentados através de descontos fraudulentos. O irmão do presidente vice-presidente da organização envolvida. Lula “não sabia”. Claro que não. Nunca sabe. É o homem mais bem informado do Brasil sobre tudo — exceto sobre o que acontece ao seu redor. Ref.: Revista Oeste, jan. 2026
Rombo dos Correios — Estatal Aparelhada || 2023-2026 Os Correios, após o retorno do PT ao poder, caminham para um rombo que pode chegar a R$ 23 bilhões em 2026, após anos de gestão orientada por critério político em vez de competência. Uma empresa que antes dava lucro agora encaminha para R$ 23 bilhões de défice. O PT transforma tudo que toca em instrumento de aparelhamento. E quando o aparelhamento quebra, a conta fica com o contribuinte. Ref.: Revista Oeste, jan. 2026
BNDES Calotes Internacionais — Prejuízo Total || 2003-2026 Até o início de 2026, o Tesouro Nacional já foi obrigado a desembolsar US$ 1,65 bilhão para cobrir parcelas não pagas por governos estrangeiros — principalmente Venezuela, Cuba e Moçambique. Ainda restam cerca de US$ 500 milhões em parcelas classificadas como de altíssimo risco. Um bilhão e seiscentos e cinquenta milhões de dólares pagos pelo contribuinte brasileiro para cobrir calotes de ditaduras aliadas do PT. Com esse dinheiro seria possível construir 41 hospitais regionais ou 330 escolas técnicas. Em vez disso, o Brasil pagou o metrô de Caracas e o porto de Mariel. Hugo Chávez agradece. O brasileiro que paga IR, não. Ref.: Dossiê Radio Shiga, mar. 2026 / O Estado de S. Paulo / Folha de S.Paulo
JBS / Joesley Batista — Contas na Suíça || 2017 Joesley Batista revelou a criação de contas na Suíça para abastecer as campanhas de Lula e Dilma, com valores que superavam US$ 150 milhões, geridos por Guido Mantega. Cento e cinquenta milhões de dólares em contas suíças para campanha petista. A esquerda que combate o capitalismo financeiro internacional guardava os recursos em bancos suíços. Coerência nunca foi o forte do movimento. Ref.: Revista Veja / Dossiê Radio Shiga, mar. 2026
Observação: Os textos acima possuem suas referências e são de responsabilidades desses.
Sugestão: Busque ir atrás dos temas/fontes para conclusão, haja visto que aqui é ‘apenas’ um pequeno compilado de alguns itens e de caráter informativo.
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