Em junho de 2026, o Escritório do Diretor Nacional de Inteligência dos Estados Unidos publicou um comunicado oficial com o seguinte título:
“Fauci financiou pesquisa no laboratório de Wuhan que desencadeou o COVID.”
O Escritório do Diretor de Inteligência Nacional dos EUA confirma oficialmente que Anthony Fauci, como chefe do NIAID, forneceu milhões de dólares dos contribuintes americanos para financiar pesquisas perigosas de ganho de função em coronavírus de morcegos no Instituto de Virologia de Wuhan — trabalho amplamente considerado como a fonte do vazamento acidental de laboratório que desencadeou a pandemia.
O homem que olhou para as câmeras de televisão do mundo inteiro, ajustou os óculos com a autoridade de quem carrega a verdade nos bolsos do jaleco branco, e disse solenemente que o vírus não veio de laboratório, mas esse mesmo homem financiou o laboratório. Bem-vindo ao maior escândalo científico da história moderna. Que a mídia ainda está tentando ignorar.
Durante três anos, qualquer pessoa que levantasse dúvidas sobre a origem do vírus, sobre a eficácia dos lockdowns, sobre os efeitos das vacinas em crianças, sobre o financiamento do laboratório de Wuhan, era automaticamente classificada como negacionista, terraplanista, antivacina, conspiracionista e qualquer outro adjetivo disponível no arsenal do linchamento moral moderno.
Jornais removiam artigos. Plataformas suspendiam contas. Cientistas perdiam cargos. Médicos perdiam registros. Tudo em nome da “ciência”.
Documentos revelaram que agentes do governo se engajaram em um esforço concertado para suprimir visões dissidentes, silenciar críticos e enterrar evidências de formas que violaram a integridade das avaliações de inteligência e “prejudicaram o povo americano”.
Anthony Fauci dirigiu o NIAID por quase quatro décadas. Tornou-se o principal assessor médico de sete presidentes americanos. Durante a pandemia, liderou a estratégia científica do governo federal e participou de centenas de entrevistas coletivas e audiências no Congresso.
Nesse período, construiu algo mais poderoso que conhecimento científico: construiu uma imagem. O jaleco branco como armadura. O tom solene como escudo. A palavra “ciência” como espada que cortava qualquer questionamento antes que chegasse perto demais.
Fauci usava o poder financeiro à sua disposição de maneira dissimulada para exercer influência extraordinária sobre hospitais, universidades, revistas científicas e milhares de médicos e cientistas influentes, ele tinha o poder de arruinar, promover ou recompensar de maneira autoritária.
Quem discordava de Fauci não discordava apenas de um médico. Discordava de um sistema inteiro de financiamento, publicação e validação científica que ele controlava há quatro décadas. E as consequências eram reais — carreiras destruídas, pesquisas engavetadas, vozes silenciadas.
Para entender Fauci, você precisa voltar a 1984 – olhe que “coincidência” ser 1984…
Fauci assumiu o NIAID em 1984, o ano seguinte à descoberta do HIV. A AIDS era o grande terror do momento. A pressão por tratamento era enorme. E Fauci estava no centro de tudo.
Como explica o livro “The Real Anthony Fauci”, Fauci essencialmente construiu o NIAID em torno de um medicamento contra AIDS chamado AZT. O AZT era uma formulação quimioterápica tão tóxica que matou todos os ratos quando foi testada neles. O inventor do AZT considerou que era inseguro para qualquer uso humano — tanto que nem patenteou.
Fauci aprovou. Pressionou o FDA. Empurrou o AZT como solução. Fauci orquestrou estudos fraudulentos que não levaram a lugar nenhum, e então pressionou reguladores da FDA para aprovar um tratamento quimioterápico mortal que ele tinha boas razões para saber que era inútil contra a AIDS.
O livro acusa Fauci de aprovar testes de medicamentos para AIDS e quimioterapia em crianças órfãs americanas nos anos 1980 sem consentimento informado adequado, matando muitas e classificando incorretamente os resultados. Fornece múltiplos exemplos de empresas farmacêuticas sob supervisão do NIAID evadindo o consentimento informado para testar medicamentos ineficazes em comunidades africanas e encobrindo os resultados mortais.
Crianças órfãs. Comunidades africanas. Cobaias humanas. Sem consentimento. Resultados encobertos.
Se isso tivesse sido feito por qualquer outra pessoa, em qualquer outro contexto, seria chamado pelo nome que tem: crime contra a humanidade. Com Fauci, foi chamado de “resposta à crise de saúde pública”.
Em maio de 2021, sob juramento perante o Congresso americano, Fauci afirmou categoricamente: “O NIH nunca financiou e não financia agora pesquisas de ganho de função no Instituto de Virologia de Wuhan.”
Era mentira. Ele sabia que era mentira. O NIH sabia que era mentira. O NIH confirmou posteriormente que a afirmação era falsa — corrigindo as “declarações inverídicas” de Collins e Fauci de que o NIH não havia financiado pesquisas de ganho de função em Wuhan. O NIH afirmou que a EcoHealth Alliance violou os termos e condições da concessão.
Mentiu para o Congresso. Sob juramento. Sobre o financiamento da pesquisa que possivelmente gerou uma pandemia que matou milhões.
O senador Rand Paul afirmou que “o que Fauci escreveu em privado e o que contou ao país são duas histórias diferentes”. Estados republicanos abriram investigações. O procurador da Flórida declarou: “A falta de sinceridade de Fauci perante o Congresso é inacreditável”.
E a resposta de Fauci ao Senado em 2026? Invocou seu direito à Quinta Emenda da Constituição americana — que protege contra a autoincriminação — para não responder a mais de cem perguntas feitas durante a audiência.
O homem que durante três anos disse que a ciência falava através dele agora não conseguia falar em nome próprio sem se autoincriminar.
Em janeiro de 2025, Joe Biden concedeu um perdão preventivo ao seu médico particular Dr. Fauci para protegê-lo de eventuais processos federais relacionados à sua atuação durante a pandemia.
Perdão preventivo. Para alguém que “não fez nada errado”.
O perdão não prova culpa num tribunal. Mas prova algo igualmente importante: prova que quem o concedeu sabia que havia algo a ser protegido. Que havia perguntas perigosas demais para ter respostas públicas.
Fauci aposentou-se em 2022 com pensão federal milionária. Ganhou perdão presidencial em janeiro de 2025. Invocou a Quinta Emenda cem vezes em julho de 2026. Continua livre.
O subcomitê da Covid-19 concluiu que a Covid-19 provavelmente veio de um laboratório e que os Institutos Nacionais de Saúde falharam em supervisionar adequadamente as bolsas que financiaram pesquisas arriscadas sobre coronavírus em morcegos em Wuhan. Fauci foi implicado no relatório por orquestrar um artigo para desacreditar a teoria do vazamento de laboratório.
Então: o maior assessor médico da história americana, com orçamento de bilhões, poder de fazer e destruir carreiras, acesso a sete presidentes, que mentiu ao Congresso sobre financiamento de pesquisa em laboratório estrangeiro, que orquestrou publicação científica para encobrir uma teoria que seus próprios documentos privados consideravam plausível, que invocou a Quinta Emenda cem vezes e recebeu perdão presidencial preventivo.
Enquanto isso: Médicos que prescreveram tratamentos alternativos perderam registro. Cientistas que questionaram a origem laboratorial foram destruídos profissionalmente. Jornalistas que investigaram o financiamento de Wuhan foram silenciados nas plataformas. Pais que questionaram a necessidade de vacinar crianças foram chamados de assassinos em potencial. Países inteiros destruíram suas economias, fecharam escolas, isolaram idosos, adiaram cirurgias, criaram gerações traumatizadas — baseados em modelos e recomendações que Fauci endossou com a autoridade do jaleco branco.
Vamos aguardar pelos pedidos de desculpas de quem bradava genocida e que toda aquela “fúria” possamos vê-la agora direcionada a Fauci e seus capatazes.
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